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O monge budista que queria visitar Lula - treta, treta, treta



Quase tudo que envolve a existência do ex-presidente Lula cheira a treta. Até mesmo seus admiradores despertam uma desconfiança quase automática nas pessoas mais atentas. Mesmo quando se trata de um monge budista.

Este é o caso do titular do Templo Budista de Brasília, Ademar Kyotoshi Sato, o monge budista que tentou visitar o ex-presidente Lula na prisão logo nos primeiros dias que o petista foi descarregado no teto do prédio da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba. Obviamente, o sujeito foi devidamente barrado pela PF, mesmo apelando para suas credenciais supostamente 'elevadas'. Todo mundo está calejado de saber que, quando se trata de Lula e do PT, é melhor se precaver.

Segundo o Estadão, após ter sido barrado, o monge Ademar Kyotoshi Sato voltou para seu Templo em Brasília, onde participou de uma cerimônia. Ao final,  "ele pediu desculpas a todos por não ter comparecido à meditação do último domingo, dia 8, quando expôs suas razões. Disse que ficara doente por causa da prisão do petista. O que o fez pegar o avião e viajar para Curitiba, onde Lula está preso. Decidiu, então, escrever cartas semanais ao ex-presidente, que se chamarão “Cartas para o Lula no cárcere”. Ele revelou que, em janeiro, fez uma meditação com Lula, que ele considera ter tido efeitos positivos.

Enquanto o monge falava, uma senhora pediu a palavra e disse que o pai era um idealista e que, hoje, está em prisão domiciliar. Antes que a mulher prosseguisse, o monge disse que ali não era lugar para manifestações políticas. E lhe cortou a palavra" informou a publicação.

Mesmo não tendo conseguido seu intento de se reunir com Lula, é possível supor que em breve o mercado editorial será invadido por mais um best-seller: “Cartas para o Lula no cárcere”. Disponível em breve no site do PT, MST, PSOL, Carta Capital, Brasil247, etc. A obra já tem público garantido por gente como Gregório Duvivier, Fábio Assunção, Letícia Sabetella e Dilma Rouseef, que deve receber uma cópia autografada pelo casa que disse que seu Templo não é lugar para manifestações políticas.

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