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O Congresso passou uma década e meia aprovando projetos em favor da JBS e só agora olha para Segurança Pública



Nestas eleições, os políticos que alertam para o altíssimo número de homicídios no Brasil são os mesmos que passaram os últimos 15 anos concentrados em aprovar projetos que beneficiaram empreiteiras e empresas que ajudaram a financiar o lano de poder do PT de Lula e Dilma ao longo da última década e meia. Empresas como Odebrecht e JBS financiaram praticamente todos os partidos que elegeram os parlamentares que só agora se deram conta da questão da Segurança Pública no país.

Parlamentares que passaram a vida em partidos como PT, PMDB e PP, o que mais recebeu recursos ilícitos de acordo com a Lava Jato, agora chamam a atenção para os elevados números de homicídios no país, que alcançaram a marca de 60 mil vítimas por ano ainda em 2009. A maioria absoluta dos políticos, inclusive alguns pré-candidatos à Presidência, receberam, direta ou indiretamente, dinheiro da JBS do açougueiro Joesley Batista, da Odebrecht, da OAS e de outras empresas que prosperaram de forma extraordinária durante os governos do PT, ao mesmo tempo em que ocorreu a escalda da violência e da criminalidade no país. Os esquemas de corrupção investigados na Lava Jato ocorreram basicamente durante os governos do PT de Lula e Dilma. Enquanto a roubalheira rolava solto, os congressistas fechavam os olhos, pois estavam mais preocupados em 'agradar' os financiadores de suas carreiras. Foram 13 anos de festa com os bilhões do contribuinte destinados a empresários corruptos. Os políticos e seus partidos estavam mais preocupados com as doações destes empresários iluminados por Lula e Dilma.

Onde estavam estes políticos, que nada fizeram para tornar a vida do cidadão mais tranquila? Estavam comprando imóveis e acumulando patrimônio com o dinheiro do contribuinte recebendo auxílio-moradia e outros privilégios vergonhosos, enquanto se elegiam com dinheiro roubado do povo, via doações legais e ilegais da JBS e Odebrecht aos seus partidos.

Ao longo da última década e meia, não estavam minimamente preocupados com a ordem pública ou com a segurança do cidadão. Muitos dos que se ocuparam em garantir seus próprios privilégios e votar projetos que favoreciam seus financiadores indiretos se ergueram contra a intervenção federal no Rio de Janeiro. 

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