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Joesley Batista confessou corrupção milionária com Dilma e Mantega, mas todos continuam soltos, mesmo com pedido da PGR por rescisão de benefícios



Apesar do Brasil inteiro não ter engolido o controverso acordo de delação premiada do Grupo JBS-Friboi firmado em tempo recorde pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot e seus subordinados na PGR, os açougueiros meliantes continuam livres. está repleto de ilegalidades. 

Os sócios e executivos do grupo que prosperou durante os anos de corrupção dos governos do PT de Lula e Dilma confessaram que se valeram da corrupção de agentes públicos para ter acesso aos bilhões do dinheiro do contribuinte dos cofres do BNDES. 

Segundo os relatos dos delatores, que confirmaram mais de 200 crimes, Joesley Batista seria apenas um mero açougueiro do interior de Goiás, sem os esquemas de corrupção que manteve com Lula e Dilma e os ex-ministros Guido Mantega e Antonio Palocci.

O empresário admitiu em delação premiada que pagava propina aos petistas em troca do acesso ao dinheiro do povo e mantinha contas no exterior para de Lula e Dilma. Segundo o empresário, as contas chegaram a movimentar R$ 360 milhões até 2014. Mas logo que colocou o acordo de impunidade eterna debaixo do braço, Joesley voltou atrás e disse que a conta era dele, que não tinha extratos e nada para comprovar o que disse contra Lula e Dilma. E ficou por isso mesmo.

 Além de ter obtido acesso ao dinheiro do BNDES através de Lula e Dilma, Joesley confirmou que pagava propina a centenas de políticos em troca de aprovação de projetos no Congresso. O empresário confirmou centenas de crimes dentro das instalações da Procuradoria-geral da República e saiu de lá livre, leve e solto. Seguros da impunidade assegurada por Janot e o ministro do STF, Edson Fachin, que homologou o acordo com os criminosos confessos, o empresário e seu irmão, Wesley Batista, voltaram a delinquir

Valendo-se supostamente de informações antecipadas sobre o vazamento de uma transcrição falsa divulgada pela Globo da conversa que gravou com o presidente Michel Temer, os irmãos lucraram milhões especulando com o caos que se instalou no mercado financeiro. Enquanto investidores perdiam mais de R$ 200 bilhões em apenas um dia, a Globo, valendo-se da transcrição falsa divulgada exaustivamente em seus veículos de comunicação e blogs satélites, pediu a renúncia imediata de Temer. 

Josely, seu irmão e o executivo Ricardo Saud chegaram a ser presos, mas logo conquistaram a liberdade por ordem de um juiz da recém criada 12.ª Vara Federal em Brasília.

A Procuradoria-Geral da República (PGR) decidiu rescindir os benefícios do acordo de delação premiada do empresário Wesley Batista, do grupo J&F, e do ex-assessor jurídico da empresa Francisco de Assis. A medida foi tomada após a procuradoria concluir que os dois omitiram informações nas delações.

De acordo com a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, entre os fatos que deixaram de ser informados no acordo por Wesley e Francisco está a participação do ex-procurador Marcelo Miller, acusado de prestar serviços ao grupo enquanto atuava na procuradoria. 

"As mensagens trocadas no grupo deixaram claro que Marcelo Miller prestou relevante assessoria ao grupo J&F para auxiliá-lo na concretização dos acordos de leniência e de colaboração premiada”, diz nota da PGR. 


O pedido de rescisão foi encaminhado ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin, relator dos processos oriundos das delações de integrantes do grupo J&F, mas até o momento, nenhuma providência foi tomada. Joesley e seu grupo continuam beneficiários da imunidade de um acordo rescindido pela PGR. 

A PGR também levou em conta para rescindir o acordo o fato de Wesley ter sido denunciado na Justiça de São Paulo pelo crime de insider trading [informação privilegiada], sob a suspeita de usar informações obtidas por meio de seus acordos de delação premiada, para vender e comprar ações da JBS no mercado financeiro.


“Reiterando entendimento exarado na PET 7003, a decisão do MPF de rescindir o acordo de colaboração significa que o colaborador voltará a estar sujeito, de modo irrestrito, à ação penal, sem direito ao prêmio inserido no acordo. Por conseguinte, na condição de acusado em denúncia, será ouvido e processado na forma da lei vigente para todos”, cobrou a procuradoria em fevereiro.

Como uma suposta organização criminosa como a família Batista entrega aos procuradores da República uma outra organização criminosa chamada PT, liderada por Lula e Dilma e todo mundo fica solto? Joesley confirmou que repassou centenas de milhões aos ex-presidentes através de contas na Suíça, entregou extratos e reconheceu publicamente que, ao lado de Lula e Dilma, agiu de maneira criminosa para formar uma das maiores fortunas do país. Os vídeos com todas estas confissões foram exibidos em rede nacional, e nada, absolutamente nada aconteceu em relação aos integrantes do PT, os maios cúmplices de Joesley Batista. 


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