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Joaquim Barbosa anda com a turma de Guilherme Boulos. Não precisa dizer mais nada



O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa andou se aconselhando com muita gente sobre seus planos de concorrer à Presidência em 2018. O aspirante a político foi tratar da possibilidade de se tornar candidato com uma turminha bastante manjada.

O ex-ministro do STF apontado como adorador de Dilma e padrinho de Lula no processo do mensalão passou boas horas conversando com artistas simpatizantes da esquerda durante um badalado jantar no apartamento da Mulher de Caetano Veloso, a produtora cultural Paula Lavigne, no Rio de Janeiro. O jantar emergencial ocorreu logo após deflagração da conspiração tramada pelo ex-procurador-geral Rodrigo Janot com os criminosos da JBS, propalada pela Rede Globo e os blogs alugados por especuladores do mercado financeiro.

Durante aqueles dias, os mesmos abutres que se fartaram do dinheiro do contribuinte durante os governos de Lula e Dilma, vibravam com a mãozinha de Joesley, Janot e Globo para derrubar Temer. Animados, os conspiradores se reuniam para escolher um sucessor camarada para o presidente que, conforme julgavam, não resistira por muito tempo no poder.

Além da anfitriã, a especialista em captar recursos da Lei Rouanet, Paula Lavigne, Barbosa compartilhou dos planos conspiratórios com os tradicionais aliados de Guilherme Boulos. Estavam presente Marisa Monte, Fernanda Lima, Letícia Sabatella, Lázaro Ramos, Fernanda Torres e Thiago Lacerda, entre outros, além do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que cultivava o sonho de ter o Barbosão como vice na mesma chapa de Marina Silva, numa eventual eleição direta pós-conspiração Janot-Joesley.

Joaquim Barbosa tratou sobre a possibilidade de atender aos anseios dos presentes ainda num cenário em que disputaria a Presidência da República em 2018. Quem esteve presente no jantar garante que 'foi lindo', embora nem tudo tenha terminado como esperavam. Temer resistiu e garantiu que faria a transição democrática no país ao fim de seu mandato, com eleições livre e diretas, respeitando o calendário eleitoral. Não fosse a determinação de Temer em resistir a tantos abutres que insistiram em ameaçar a Democracia do país por meio da conspiração dos açougueiros criminosos de Goiás um ano atrás, ninguém sabe quem seria o presidente hoje. Poderia ser Lula ou o próprio Joaquim Barbosa.

Votaram no golpe de Janot os velhos órfãos dos governos corruptos de Lula e Dilma, como Alessandro Molon, Benedita da Silva, Jandira Feghali, Jean Wyllys, Tititica, Zeca Dirceu, Zeca do PT e outros parlamentares que andaram recebendo depósitos em suas contas da JBS de Joesley Batista, como Jair Bolsonaro. Este último não foi nenhuma surpresa, já que o próprio admitiu que 90% dos votos de sua vida foram com o PT; Todos votaram com o apoio de gente como Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Randolfe Rodrigues, mas foram derrotados. 

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