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Inquérito contra Lindbergh Farias depende de informações do Bradesco e Santander sobre saques na boca do caixa



O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) é alvo de um inquérito que tramita no Supremo Tribunal Federal que investiga suspeitas de desvio de dinheiro público em licitações e execuções de obras em Nova Iguaçu (RJ), cidade que foi governada por Lindbergh entre 2005 e 2010.

Há poucos dias, "o ministro Gilmar Mendes, do STF, determinou aos bancos Bradesco e Santander rastrear o destino final de uma série de transações bancárias realizadas pela empresa Rumo Novo Engenharia Ltda, em especial dinheiro sacado na "boca do caixa". A ordem judicial atendeu a pedido da Procuradoria-Geral da República em inquérito contra o senador" petista. informou a revista Época.

Segundo a publicação, o banco Santander encaminhou as informações solicitadas sobre a movimentação financeira. Como o Bradesco ainda não respondeu, o ministro Gilmar Mendes determinou que o pedido seja reiterado.

Lindbergh Farias também é acusado de receber R$ 4,5 milhões da Odebrecht em outro inquérito que tramita no STF. “Os repasses foram implementados por meio do Setor de Operações Estruturadas do Grupo Odebrecht. “Em contrapartida às doações, o parlamentar, então prefeito do Município de Nova Iguaçu/RJ, teria beneficiado a empresa Odebrecht em contratos administrativos relacionados ao programa ‘Pró-Moradia’.”, diz a denúncia do Ministério Publico Federal.

Nesta nesta quarta-feira, 11, Lindbergh, que é líder do PT no Senado, encaminhou um pedido ao presidente da Casa, Eunício Oliveira (MDB-CE), para incluir “Lula” em seu nome parlamentar.

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