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Imprensa critica o governo até por baixar juros da casa própria e por devolver dinheiro do cidadão no PIS/Pasep



Que o presidente Michel Temer que sofreu o mais covarde ataque dos meios de comunicação em todos os tempos, não há qualquer dúvida. Ainda mais levando em conta que a Operação Lava Jato não identificou absolutamente nenhum caso de corrupção em seus dois anos de governo. Um contraste inexplicável com a forma que a imprensa, o Judiciário e o Ministério Público Federam tratam a ex-presidente Dilma Rousseff, apontada por vários delatores como cúmplice nos desvios bilionários na Petrobras.

A imprensa se associou ao ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para promover a farsa montada pelo ex-PGR com os criminosos da JBS para derrubar o governo a qualquer custo. De fato, os maiores meios de comunicação do país, sobretudo a Rede Globo, participaram com entusiasmo daquilo que teria sido a mais vergonhosa conspiração da história da República para derrubar um governo. Não conseguiram, mesmo com o suporte vergonhoso do Supremo Tribunal Federal, que acolheu um acordo de delação de Joesley Batista, apontado como chefe de organização criminosa. Este pequeno detalhe viola a Lei de Delação Premiada, na qual são vetados benefícios para agentes criminosos nesta condição.

Mas os ataques dos dilmistas se acirraram ainda mais. Bastou Temer cogitar concorrer à Presidência em 2018, e o ministro do STF, Luis Roberto Barroso, rompeu mais uma barreira histórica e determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de um presidente da República em exercício. Não acharam nada. O pedido ocorreu no âmbito de um processo que já foi prorrogado dezenas de vezes ao longo do último ano, envolvendo o suposto envolvimento de Temer em esquemas ilícitos no porto de Santos. Normalmente, inquéritos são prorrogados quando não se encontra nenhuma prova. Até o momento, nada foi apresentado contra Temer no tal inquérito.

Como nada foi comprovado contra o presidente, nem durante o exercício do cargo ou ao longo de seus 50 anos de vida pública, a imprensa resolveu criticar as medidas positivas do governo sob o ponto de vista do cidadão.

O Estadão publicou uma matéria criticando o gesto do governo de liberar saques do PIS/Pasep para todas idades e permitir que demissionários saquem seu dinheiro no FGTS. Temer está devolvendo ao cidadão o seu dinheiro como forma de reaquecer a economia e gerar mais empregos. Segundo o Estadão, trata-se agora de um "pacote de bondades". A reportagem omite que o governo tem adotado esta política desde 2016, quando Temer assumiu a Presidência em meio à pior recessão da história.

Ainda segundo o Estadão, Temer estaria de olho na reeleição ao propor reduzir os financiamentos com juros mais baixos para a compra da casa própria. A iniciativa, que tem o mesmo propósito de aquecer o mercado da construção civil, gerar emprego, aproveitando o bom momento para o mercado, é criticada pelos economistas do Estadão. A matéria, no entanto, omite que o governo promoveu a maior queda de juros da história do país e que uma das consequências naturais desta queda seria repassá-la para os financiamentos de imóveis.

Segundo o Estadão, a liberação de saques e a redução de juros coloca em risco o fundo do FGTS. Por meio da sua assessoria, o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse não ver problemas em liberar o FGTS para quem pede demissão, desde que a medida não coloque em risco a sustentabilidade do próprio fundo.

Tem sido comum tentar responsabilizar Temer por problemas crônicos herdados de Dilma e Lula, como a questão das moradias, problemas na saúde, segurança pública e o desemprego. Temer também foi criticado pela intervenção federal no Rio, por ter cortado mais de 1 milhão de fraudadores do Bolsa Família, ter cancelado auxílio-doença de 180 mil fraudadores do INSS, por ter acabado com o famigerado imposto sindical obrigatório e por ter atacado os altos salários e privilégios vergonhosos do Judiciário e Ministério Público Federal. Até ai, é compreensível que os setores afetados manifestem sua insatisfação com o governo. Não cabe à imprensa exercer o papel da oposição.

Criticar o governo por medidas positivas, tanto para a população quanto para o mercado, é uma comprovada manifestação de má fé por parte da imprensa. Só falta terem a coragem de criticar a queda da inflação que financiava os ricos, rentistas, especuladores e donos das grandes fortunas no país, como é o caso da maioria dos donos dos meios de comunicação.

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