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Folha diz que grupos usaram WhatsApp para organizar atos contra Lula. Era para usar sinais de fumaça?



A imprensa lulopetista perde completamente o senso do ridículo ao tentar tecer narrativas para vitimizar o criminoso condenado. Aparentemente dispostos a tudo para livrar o bandido da prisão, jornalistas histéricos com a desmoralização do maior assaltante dos cofres públicos do país se lançam a gestos vergonhosos na tentativa de municiar os cúmplices do petista na imprensa, na militância e até mesmo no Supremo Tribunal Federal.

A manchete "Grupos de WhatsApp foram principal meio de mobilização para atos contra caravana de Lula no Sul" sugere uma série de reflexões. Teria a folha achado melhor que os grupos de populares tivessem recorrido a sinais de fumaça para organizar as manifestações contrárias à presença do petista em suas cidades? Ou se trata de uma tentativa de criminalizar o aplicativo?

Ao que tudo indica, ao menos quando se trata de Lula, vale até criminalizar qualquer forma de comunicação entre os povos. Segundo a Folha, além do WhatsApp, os moradores dos municípios pequenos que se prepararam para a chegada de Lula, a mobilização se deu por meio das mídias sociais e do boca a boca".

Só falta agora a Folha criminalizar as galinhas que botaram os ovos atirados por populares contra Lula os subordinados que o acompanhavam em sua comitiva milionária. 

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