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Eike Batista confirmou repasse de quase R$ 9 milhões ao PT de Lula e Dilma



A situação de impunidade da ex-presidente Dilma Rousseff e de vários integrantes do PT ainda é um mistério para a sociedade. Estranhamente, o Ministério Público Federal vem 'cozinhando' a celebração de acordos de delação que envolvem Dilma e uma série de membros do PT em contextos de operações que podem ser consideradas criminosas. Este é o caso do ex-ministro Antonio Palocci, que após mais de um ano de tratativas, teve seu acordo refutado pelo MPF. O ex-ministro que tem muitas coisas a revelar sobre Dilma e demais integrantes do PT finalmente conseguiu assinar um acordo com a Polícia Federal, que deverá ser homologado em breve pelo juiz federal Sérgio Moro.

O empresário Léo Pinheiro, cúmplice direto do ex-presidente Lula nos crimes relacionados ao triplex do Guarujá é outro que espera na fila há quase dois anos para ter um acordo de delação aceito pelo MPF. Os depoimentos do ex-presidente da OAS foram cruciais para levar Lula para a cadeia, mas Léo Pinheiro teve seu acordo de delação rejeitado pelo MPF supostamente por ter envolvido o ministro do STF, Dias Toffoli, entre os beneficiários de favores de sua empreiteira.

O caso do empresário Eike Batista também é outro mistério. Acusado de pagar propinas e cometer crimes financeiros, o empresário chegou a confirmar à CPI do BNDES no Senado que repassou US$ 2,5 milhões (quase R$ 9 milhões na cotação hoje) para quitar gastos de campanha do PT, a pedido do então ministro da Fazenda dos governos de Lula e Dilma, Guido Mantega, outro que permanece uma incógnita para a sociedade. Mantega também chegou a negociar um acordo com o MPF para não ser preso, confessou crimes, como manter milhões em uma conta no exterior sem declarar, e até hoje encontra-se em liberdade. 

O caso de Eike Batista, solto por determinação do ministro do STF, Gilmar Mendes, é tão intrigante quanto os demais casos de suspeitos de participar da festa de corrupção durante os anos de governos do PT. Ao lado de gente como Joesley Batista, Ricardo Saud, Wesley Batista, Paulo Bernardo, o marido da senadora Gleisi Hoffmann, Eike batista continua solto. O empresário ainda foi acusado de ter repassado, via caixa dois, cerca de R$ 5 milhões para a eleição de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo, conforme declarou Monica Moura, mulher do marqueteiro João Santana, em sua delação premiada.

Segundo a coluna Radar da Veja, Eike Batista já entregou ao MP um breve resumo de sua delação. No tópico mais explosivo, cita o pagamento de 2,5 milhões de reais como propina ao ex-presidente Lula, em troca de facilidades junto à Sete Brasil.

Os bilionários da era PT estão todos soltos. Enquanto isso, os membros do Judiciário e do MPF fazem de tudo para desestabilizar um governo que já está no fim. 

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