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Discípulos do Lula realizam ritual grotesco em São Bernardo para impedir a prisão do ladrão



O ex-presidente Lula continua resistindo à prisão, determinada pelo juiz federal Sergio Moro nesta quinta-feira. O magistrado deu a “oportunidade” para que o ex-presidente se apresente “voluntariamente” a Polícia Federal de Curitiba até as 17h desta sexta-feira, mas o petista continua entrincheirado na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo.

Lula está cercado por cúmplices, como Guilherme Boulos, Luíza Erundina, Vicentinho, Gleisi Hoffmann, Lindbergh Farias, Dilma Rousseff e outros cúmplices do assalto do PT aos cofres públicos ao longo da última década e meia. Os que se achavam donos do Brasil não se conformam com o fato de seu líder máximo e chefe da organização criminosa que desviou bilhões do dinheiro do contribuinte seja agora confrontado pelos fatos.

No salão do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, discípulos do ladrão entoam cânticos e realizam danças, num estranho ritual que parece ter o propósito de afastar de Lula as autoridades que vão prendê-lo cedo ou tarde. Enquanto isso, no carro de som estacionado em frente a sede do sindicato, súditos de Lula se revesam ao microfone, pregando desobediência civil, resistência à prisão do ladrão e promoção do caos no país.


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