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Defensores de Lula sumiram após prisão do condenado. Vergonha ou receio de perder público?



Os impertinentes artistas que insistiam em impor suas ideologias ao público durante os escândalos de corrupção revelados pela Operação Lava Jato finalmente tiraram seus times de campo, logo após a prisão do ex-presidente Lula, apontado como chefe da organização criminosa que assaltou o país na última década e meia. Foi justamente durante este tenebroso período de governos do PT de Lula e Dilma que muitos destes artistas prosperaram economicamente, graças às benesses financeiras obtidas através da Lei Rouanet, de comerciais do governo na TV e contratos obtidos graças à influência de Lula e de seus subordinados.

Confiantes no prevalecimento dos governos do PT, muitos deles apostaram contra o impeachment de Dilma, no fracasso da Lava Jato e não se importaram em criticar o juiz federal Sérgio Moro e a maior investigação sobre corrupção do mundo. Foram os mesmos que apostaram na trama de Janot/Joesley/Globo para pedir o Fora Temer e Volta Dilma.

Agora, muitos destes artistas começam a admitir que foi um erro desnecessário se expor da forma que fizeram durante os últimos dois anos na defesa de seus interesses pessoas e dos governos mais corruptos que já passaram por Brasília em todos os tempos  Sem os “amigos facilitadores” na administração federal e com a prisão do ex-presidente Lula, dificilmente conseguirão reaver suas boquinhas e mamatas com o dinheiro do contribuinte.

Além de prejuízo na imagem perante a opinião pública e dos prejuízos financeiros que a exposição em defesa do ladrão tem ocasionado na audiência de filmes e peças de teatro, os artista agora precisam arregaçar as mangas e voltar ao trabalho. Muitos deles, como Chico Buarque, passaram anos sem fazer nada. Embora estejam se articulando em torno de candidaturas do campo da esquerda, como Guilherme Boulos, Marina Silva, Ciro Gomes e Joaquim Barbosa, os artistas de esquerda não tiveram coragem de ir visitar o ex-presidente Lula na prisão em Curitiba nem foram dar um apoio aos militantes remunerados que acamparam no entorno do prédio da Polícia Federal onde Lula está preso. Talvez por vergonha de assumirem que defenderam um criminoso contumaz ou por receio que de esta exposição 'desnecessária' venha a atrapalhar os negócios. 

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