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Coração mole da imprensa com o fim de Lula não sensibiliza população, mas destrói reputação daqueles que ousam chorar a prisão ladrão



Os grandes meios de comunicação estão chorando nas entrelinhas a prisão do ex-presidente Lula. Não é para menos. Afinal, os governos do PT foram os que mais distribuíram dinheiro a estes grupos ao longo das últimas décadas. Também não há qualquer dúvida de que boa parte dos jornalistas mais influentes do Brasil nos dias de hoje se formaram nos tempos do regime militar e prosperaram durante os governos do PT de Lula e Dilma.

O que é lamentável em toda esta história é poder constatar que gente do cabelo branco, avós e até bem pouco tempo respeitados pela opinião pública se prestem o papel de puxar a brasa, ainda que de forma sutil, para o lado do criminoso condenado. Lula não é um preso político, como muitos jornalistas tentam vendê-lo desde que o petista se entregou à Polícia Federal no último sábado, após protagonizar um espetáculo ridículo de resistência à prisão. O petista é um criminoso comum, condenado por crimes vulgares como corrupção e lavagem de dinheiro. 

Como se não bastasse os panos quentes que a imprensa tenta cobrir a passagem vergonhosa que sela a morte política do petista, os grupos de comunicação órfãos da farra com o dinheiro do contribuinte fingem ignorar que Lula ainda é réu em outas seis ações penais e alvo de outros tantos inquéritos criminais. Muitos tentam nivelar o maior ladrão do país a outros políticos que não foram sequer denunciados formalmente na Justiça. A sede de vingança pela prisão do petista parece ter feito com que os jornalistas da velha guarda, e até mesmo alguns novatos, tenham perdido a noção do ridículo. 

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