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Cármen Lúcia sepulta Lula, vota favor da prisão do ladrão resgata esperança do Brasil no fim da impunidade



Coube à presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, apresentar o voto de minerva que sepultou as pretensões do ex-presidente Lula de se livrar da prisão. A presidente do Colegiado votou contra a concessão de um habeas corpus no qual o ex-presidente pedia para não ser preso, após ter sido condenado em duas jurisdições penais.

Cármen Lúcia vinha sendo pressionada por colegas para adotar medidas para livrar Lula da prisão desde a confirmação da condenação do petista no Tribunal Regional Federal da 4.ª Região em Porto Alegre, no dia 24 de janeiro. O Tribunal de segunda instância ratificou a condenação do juiz Sérgio Moro imposta ao petista e elevou sua pena para 12 anos e um mês de prisão em regime fechado pelos crimes de corrupção e lavagem  de dinheiro.

A derrota de Lula no STF tem um significado histórico e representa uma vitória da sociedade, A angústia de toda uma nação teve início há mais de quinze anos, quando ao organização criminosa comandada pelo petista chegou ao poder, após vencer as eleições presidenciais de 2002. Lula se dizia um um representante do povo e de um partido que se autoproclamava defensor dos direitos do trabalhador. A expectativa era a de que finalmente o povo seria tratado com mais dignidade, com serviços públicos de qualidade, mais acessíveis e atendimento feito por servidores mais qualificados e outras promessas perfeitamente possíveis de serem cumpridas. O país havia superado o fantasma da inflação e recebia investimentos de vários países do mundo.

O povo ainda esperava ser tratado com mais respeito e honestidade por empresas como bancos, planos de saúde e outros prestadores de serviços. Mas no lugar de assegurar benefícios ao povo, Lula tratou de contemplar seus comparas com os bilhões que passou a desviar do contribuinte. O salvador da pátria era na verdade um trombadinha colocado no poder por grupos poderosos dispostos a drenar a maior quantidade de dinheiro dos cofres públicos de toda a história do país.

Para garantir a hegemonia no poder, Lula e seus discípulos implantaram a era do marketing agressivo, voltado exclusivamente para as pessoas de menor grau de instrução, onde se vendia a imagem de prosperidade como forma de acobertar toda a corrupção que já havia se espalhado pela máquina pública. Com o dinheiro do povo, Lula e seu partido aumentaram os salários e privilégios de elementos em postos chave no Judiciário, no Ministério Público e em praticamente todos os níveis da administração pública, convertendo servidores em militantes do PT. Com o dinheiro do contribuinte, Lula e o PT quase triplicaram o número de funcionários públicos, aparelharam universidades, estatais, bancos públicos e espalharam sua influência pelos Estados da Federação.

Aos poucos, um número cada vez maior de brasileiros começava a se dar conta da armadilha que o país havia sido vítima. Impotentes contra um governo corrupto e eficiente em seus propósitos de permanecer no poder, as pessoas começavam a se mobilizar, tentando abrir os olhos do restante da população quanto ao verdadeiro caráter de Lula e dos membros de seu partido. Apesar do escândalo do mensalão e da prisão de vários integrantes da cúpula do PT, Lula conseguiu se eleger através do marketing criminoso de João Santana e dos milhões desviados da Petrobras.

O PT espalhou seus tentáculos entre os órgãos de imprensa, comprou a simpatia de meios de comunicação com publicidade governamental e corrompeu a maioria dos partidos e políticos do país para garantir a permanência no governo. Desta forma, Lula e o PT conseguiram eleger Dilma duas vezes.

Mas a desconfiança da população começava a alcançar um número crítico. Com o surgimento da Operação Lava jato e a comprovação de todos os métodos criminosos adotados por Lula e companhia para se manterem no poder, a situação começou a mudar. Mais e mais brasileiros começavam a perceber o quanto haviam sido enganados ao longo dos últimos anos, graças à determinação de uma nova geração de magistrados liderada pelo juiz Sérgio Moro. A atmosfera no país foi se estagnado com a impunidade diante de tanta corrupção, que o povo, sufocado, foi às ruas exigir uma solução.

Dilma, Lula e os representantes do PT relutaram, espernearam, continuaram a mentir para o povo, mas não teve jeito. Dilma foi pega em um, entre vários crimes possíveis e que ainda serão investigados. A Corte Suprema arbitrou uma solução legal e constitucional que permitiria remover definitivamente o governo mais corrupto da história do país do poder. Os políticos, todos assustados com as mobilizações gigantescas, abandonaram o governo, traíram Dilma e Lula para salvarem as próprias peles.

Por fim, o grito sufocado no peito de milhões de brasileiros ecoou nos quatro cantos do país: "Fora PT!". Dilma foi expulsa do governo de forma humilhante, Lula está prestes a ser preso e o PT sofreu a maior derrota da história nas urnas em todo o país e perdeu o comando de todas as cidades expressivas do país. Mas ainda faltava a prisão do ladrão. Lula foi condenado pelos crimes no triplex e ainda é réu em outras seis ações penais.

Não se deve esquecer a manifestação histórica do Comandante do Exército Brasileiro, General Villas Boas, em defesa dos interesses da sociedade e contra a impunidade. Outros membros da Cúpula das Forças Armadas do Brasil apoiaram a iniciativa de Villas Boas em se colocar ao lado do povo. Cabe lembrar ainda o papel extraordinário do juiz Sérgio Moro, dos integrantes da força-tarefa da Lava Jato, a firmeza dos desembargadores do TRF-4, a convicção dos ministros do STJ, todos sensíveis às Leis do país e respeitosos zeladores do devido processo legal que culminou na primeira condenação de Lula em dupla jurisdição.

Os votos dos ministros Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Luis Roberto Barroso, Rosa Weber, Luiz Fux e da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, horaram os brasileiros que lutaram, que foram para as ruas e apostaram que era possível vencer a aposta na impunidade bancada durante décadas por Lula, o PT e a esquerda brasileira. Após mais de 11 horas de julgamento, o pleno do STF rejeitou o habeas corpus do ex-presidente Lula. O voto da presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, fechou o placar. Por 6 a 5, os magistrados decidiram que Lula pode ser preso por ordem do Tribunal Regional Federal (TRF-4), que já concluiu seu julgamento e só aguarda a decisão da mais alta Corte do país para abrir caminho à prisão do petista.

Após a derrota histórica de Lula no STF e de seu longo ciclo de impunidade, o Brasil agora respira aliviado. É claro que esta vitória da população não representa o fim da corrupção. Os políticos, em sua maioria, ainda não são dignos da confiança do povo. Mas o fato de ser ver livre das garras do chefe da organização criminosa significa um alívio. Em breve, o juiz Sérgio Moro será autorizado pelo TRF-4 a decretar a prisão de Lula. O petista ainda deve contar com alguns recursos, mas sua derrota no STF sepulta definitivamente suas pretensões de continuar assombrando o país com o fantasma da impunidade. Acabou para Lula.

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