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Cármen Lúcia, a condutora do golpe no STF para livrar Lula da cadeia, enganou o país inteiro com suas frases de porta de banheiro




A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, é apenas mais uma entre os tantos ministros do Supremo que 'negociam' a alternância dos desgastes perante a opinião pública, num Tribunal marcado pela vergonha e desrespeito aos anseios da população.

Contando com a conivência dos grandes grupos de comunicação, que repercutem exaustivamente suas frases de porta de banheiro sobre valores sagrados como a Democracia, a cidadania, as Leis e a Constituição, Cármen Lúcia passou o último ano colocando doce na boca da nação. Como presidente do Colegiado, a ministra se omitiu em praticamente todas as questões polêmicas envolvendo a soltura de criminosos  pelos colegas, não avaliou o impedimento de nenhum deles envolvidos em suspeições, se omitiu sobre vergonhosos acordos de delação com criminosos e nada fez no campo do combata à criminalidade, mas se compadeceu da situação de assassinos e estupradores em presídios.

Árbitra de interesses obscuros e interlocutora de advogados de criminosos poderosos, como Sepúlveda Pertence, o advogado de luxo de Lula, Cármen Lúcia gravou um pronunciamento dúbio nos dias que antecedem o julgamento mais importante da história do STF: o julgamento de um habeas corpus preventivo do ex-presidente Lula no qual o petista pede para não ser preso, após ter sido condenado em dupla jurisdição pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Cármen Lúcia fala em tolerância e respeito com as 'diferenças' ideológicas, como se o brasileiro não fosse um povo respeitoso e exageradamente tolerante, tendo em vista os mais de treze anos que Lula e seus cúmplices do PT roubaram o país. Cármen Lúcia tenta confundir maliciosamente a intolerância do povo com a corrupção e a impunidade com intolerância ideológica.

O julgamento é um marco na luta contra a corrupção e impunidade num país que possui um triste histórico de crimes diversos perpetrados por poderosos que permanecem impunes até os dias de hoje. A mudança na regra sobre a possibilidade de prisão de condenados em segunda instância significará a promoção de um retrocesso e abrirá um grave precedente para que criminosos de toda sorte reivindiquem os mesmos privilégios que a Corte conceder a Lula nesta quarta-feria.

Os ministros do STF, contando com a conivência de meios de comunicação e a pressão dos corruptos subordinados ao ex-presidente Lula, o chefe da organização criminosa que assaltou os cofres públicos por quase uma década e meia, tentam impor ao país algo vergonhoso e inconcebível. Fingem ignorar que esta loucura pode trazer consequências gravíssimas para a Democracia, com a instalação do caos social permanente. Livrar condenados em segunda instância da prisão pode alimentar ainda mais a revolta popular crescente contra os ministros, políticos e empresários que se valeram dos anos de corrupção do PT para acumular riquezas e poder.

Depois que o estrago for feito, não adianta aparecer com frases de porta de banheiro. 

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