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Barrados pela PF em visita a Lula na cadeia, Gleisi Hoffmann, Dilma e Lindbergh contestam direitos iguais dos presos



Os integrantes do PT são mesmo a imagem e semelhança de Lula. Assim como o ex-presidente, seus subordinados insistem em contestar as leis e decisões judiciais para exigir 'tratamento' diferenciado para o condenado. De acordo com a regra em vigor na carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, onde Lula está preso, apenas familiares e advogados estão autorizados a visitarem os detentos. A regra vale para todos os presos. De acordo com a juíza Carolina Lebbos, que impôs a mesma restrição aplicada aos demais presos na carceragem da PF, "o artigo 5º, inciso LXIII, da Constituição, só assegura as visitas desses dois grupos", no caso, familiares e advogados.

 Apesar da clareza dos fatos, a presidente nacional do PT, a senadora Gleisi Hoffmann, o senador Lidberh Farias e a ex-presidente Dilma Rousseff se recusam a aceitar as regras previstas pela PF quanto à execuções penais de condenados sob sua tutela. Os subordinados de Lula insistem em colocá-lo na condição de um ser iluminado que possui mais direitos que seus  demais companheiros na prisão, como o ex-ministro Antonio Palocci e seu ex-amigo Léo Pinheiro.

Os subordinados de Lula insistem em contestar a decisão da uíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, que vetou diversos pedidos de visita ao ex-presidente Lula  nesta segunda-feira (23),. Segundo a senadora Gleisi Hoffmann, a atitude da magistrada foi “prepotente, arbitrária e ilegal”, e mostra que “a democracia está morrendo no Brasil”.

“Prepotente, arbitrária, ilegal a decisão judicial que nos impede de visitar Lula! Não estamos na normalidade política, institucional. A democracia está morrendo no Brasil!”, afirmou a senadora. A ex-presidente Dilma Rousseff também seguiu a mesma linha e criticou a Democracia brasileira para defender que Lula deveria ter mais direitos que os demais presos na sede da PF, em Curitiba. Na verdade, o integrantes do PT pretendem transformar a unidade prisional em um diretório do partido ou em um sindicato qualquer, ao exigir que Lula tenha o direito de receber quem bem entender.

A juíza barrou a visita de Gleisi, Dilma, Lindebergh e de toda a corja que pretenda visitar o condenado na prisão no futuro.


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