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Após chamar Lula de ladrão, Ciro Gomes quer ir na prisão beijar os pés do condenado



O pré-candidato à presidência da República, Ciro Gomes, conhecido como um grande oportunista nas bastidores da política, vive um dilema moral e ético nestes meses que antecedem a eleição de outubro pós prisão de Lula.

Sem convicção sobre o perfil do próprio eleitorado e sem capacidade de definir uma linha de campanha coesa, o político que já passou por quase todos os partidos do país chegou a tentar seduzir opositores do PT chamando Lula de ladrão e afirmando que comente trouxas acreditavam na inocência do condenado.

Mas ao que tudo indica, Ciro não sabe ainda ao certo qual seria a melhor forma de angaria votos e dá um cavalo de pau na trajetória que vinha tentando seguir nos últimos meses. Mais uma vez, o político se rendeu ao oportunismo que lhe é peculiar e ingressou, juntamente com presidente e vice-presidente do PDT, Carlos Lupi e André Figueiredo, com um pedido de autorização para ir beijar os pés de Lula na sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

Após fritar os neurônios para definir o que fazer para atrair o PT para uma aliança nas eleições, seja no primeiro ou segundo turno, o trio resolveu formar uma coitiva para pedir à 12ª Vara Federal de Curitiba autorização para beijar os pés do condenado que cumpre pena de 12 anos de prisão por crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Ciro, Lupi e Figueiredo argumentam que não apresentaram qualquer risco ao normal funcionamento da sede da PF e solicitam a flexibilização da visitação a Lula. Tentando se diferenciar de outros bajuladores e de políticos com o rabo preso que tentaram visitar o criminoso na cadeia, Siro e seus companheiros alegam que o pedido deles é diferente daquele feito por governadores do nordeste. Por pouco, Ciro não falou que é mais lindo que os outros barrados no prédio da PF no início da semana.


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