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Vara Federal criada há poucos dias manda soltar Joesley Batista e Ricardo Saud. Em Brasília, tudo é mais fácil



A 12ª Vara Federal de Brasília, criada há poucas semanas, acaba de conceder a liberdade ao empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS e ex-diretor da empresa, Ricardo Saud. Os dois estavam presos desde setembro. O irmão de Joesley, Wesley Batista, também foi solto pela Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no mês passado.

Esta semana, o ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), também tirou o caso do quadrilhão do PT das mãos do juiz federal Sérgio Moro, da 13.ª Vara Federal do Paraná e determinou a remessa à Justiça Federal de Brasília da denúncia envolvendo os ex-presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

Na decisão, que inclui os ex-ministros Antonio Palocci e Guido Mantega, e o ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, Fachin afirmou que o “núcleo político” deverá ser processado em Brasília. Ao oferecer a denúncia contra o quadrilhão do PT em setembro do ano passado, a PGR pediu que o caso fosse encaminhado para a 13ª Vara Federal do Paraná, onde ficaria sob o juiz Sergio Moro.

Fachin preferiu mandar o caso para a Justiça de Brasília e decidiu que seguirá tramitando no Supremo apenas o trecho da denúncia que trata da senadora e presidente do PT, Gleisi Hoffmann (PR), e de seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo. Por ser parlamentar, Gleisi tem prerrogativa de foro junto ao STF.

O empresário Joesley Batista transformou, com a ajuda do PT de Lula e Dilma, seu pequeno frigorífico Friboi na Gigante JBS.  Ricardo Saud. seu braço direito, teria sido o responsável pela campanha que conduziu o ministro Edson Fachin a uma vaga no STF.

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