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O cinismo da esquerda - Gregorio Duvivier diz que concordaria com impeachment da Dilma se fosse relativo ao caso de Belo Monte



A ex-presidente Dilma Rousseff se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras. Segundo delatores como Marcelo Odebrecht, João Santana, Monica Moura, Joesely Batista, Nestor Cerveró, Delcídio Amaral e Antonio Palocci, Dilma sabia dos esquemas criminosos que abasteceram o caixa de suas campanhas.

Poucos dias antes de seu impeachment, a própria Dilma reconheceu o uso de dinheiro desviado da Petrobras no processo eleitoral ao afirmar que a questão do uso de dinheiro roubado em sua campanha era problema do João Vaccari e do PT.

Acompanhe no vídeo abaixo o trecho em que Dilma reconhece que o PT precisa rever a 'questão ética' e parar de usar dinheiro roubado do povo  (verbas públicas):




Apesar de todas estas evidências, confissões e revelações sobre a conduta vergonhosa de Dilma e do PT no governo e nas eleições, ativistas de esquerda insistiram em afirmar que o processo do impeachment era um golpe. Todos fingiam ignorar que o episódio das pedaladas fisais e o rombo de mais de R$ 170 bilhões no orçamento era uma invenção dos 'golpistas' apesar do Brasil ter mergulhado na pior recessão de sua história graças ao rombo que até hoje não foi coberto. Mais de 400 mil empresas faliram e 14 milhões de chefes de família ficaram sem seus empregos, na esteira da desgraça deixada por Dilma e o PT na economia. 

Mas que acredita que o cinismo dos representantes da esquerda não tem limites,  não deve se surpreender nenhum pouco com a declaração do humorista Gregorio Duvivier sobre o episódio. Em entrevista à Folha, Duvivier afirmou que "Se o argumento para o impeachment da Dilma fosse Belo Monte, eu seria a favor. Não fui a favor de afastá-la pelas pedaladas fiscais". 

Na visão de Duvivier, a ordem dos fatores altera o produto. No caso da corrupção ou conivência de Dilma com atos ilícitos, que não foram poucos, segundo delatores, a petista deveria ser afastada por um caso específico ou deixada no governo para continuar cometendo desmandos. 

Segundo a própria Folha, que emprega  Gregorio Duvivier , o empresário Emílio Odebrecht foi "quem apontou o dedo para Dilma em seu acordo de delação, no qual diz que o governo fraudou a concorrência. Ele afirma que o governo obteve informações confidenciais de preços a partir de estatais como a Eletrobras e Eletronorte e entregou os dados sigilosos para um grupo concorrente, "o que caracterizou claro direcionamento do resultado do leilão por parte do governo, liderado pela então ministra Dilma Rousseff". Os crimes investigados obre a usina que custou mais de R$ 30 bilhões ao contribuinte foram continuados durante o mandato e meio de Dilma, segundo as investigações em curso. 

Se Gregório Duvivier concorda que a petista poderia ter sido afastada por seu suposto envolvimento em crimes de corrupção relacionados a Usina de Belo Monte, talvez não se oponha, caso a petista venha a ser presa no futuro por algum crime. 

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