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Lula ri da cara dos brasileiros que chegaram a acreditar no STF



Milhões de brasileiros se sentiram frustrados, enganados e desmotivados até mesmo para uma reação após o teatro dos horrores protagonizado pelos 11 ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) na tarde desta quinta-feira, 22, durante o julgamento do habeas corpus preventivo do ex-presidente Lula.

Milhões de brasileiros passaram a semana nas Redes Sociais fazendo papel de trouxa encorajando a presidente da Corte a resistir a pressão dos advogado e subordinados de Lula, o que inclui alguns ministros do próprio STF. Com as hashtags força e resista Cármen Lúcia, alguns internautas chegaram a fazer campanha para que a presidente da Corte não renunciasse.  Manifestantes foram para a frente do Supremo em Brasília com faixas com os dizeres "Não se Apequene, STF".

Embora todo este esforço da sociedade em encorajar ministros da Suprema Corte do país para que façam seu trabalho e zelem pela Justiça soe como algo absurdo, o fato é que a falta de confiança da população em suas instituições levou pessoas a situações absurdas. Milhares de brasileiros chegaram a fazer orações para que Deus tomasse providências e dotasse os ministros do STF de alguma dignidade.

Apesar da torcida pelo país, nada disso aconteceu. O que se viu na tarde desta quinta-feira foi um teatro do absurdo, onde os ministros passaram a maior parte do tempo da sessão discutindo se o habeas corpus no qual Lula pedia para não ser preso era cabível ou não. Na prática, os ministros debatiam a possibilidade de julgar um pedido que viola o entendimento sobre a possibilidade de prisão de condenados em segunda instância. A maioria votou a favor da validade do habeas corpus absurdo de Lula. Faltava apenas votar sim ou não pela concessão do habeas corpus.

Após quase seis horas de debates, a presidente da Corte sugeriu suspender a sessão e adiar a decisão para o dia 4 de abril. Numa fração de segundos, o advogado do ex-presidente Lula, José Roberto Batochio, exigiu a solução providencial de um salvo conduto de que seu cliente não poderia ser preso até o final do julgamento.

Ocorre que a análise do embargo do petista está marcado para o dia 26, no TRF-4, quando, em tese, poderia ter início a execução da pena de Lula. Na prática, a defesa do petista pediu ao STF para proibir o TRF-4 de mandar prender Lula. Cármen Lúcia prontamente concordou com a exigência de Batochio. Sete ministros votaram a favor do salvo conduto para Lula e pronto. O julgamento foi encerrado e o país, novamente enganado. Ninguém acreditava que os nobres  togados foram capazes de protagonizar a treta com tanta desenvoltura, ao vivo, para todo o país. Foi um espetáculo de escárnio, de zombaria e de sapateado na cara da sociedade que paga os altíssimos salários e privilégios dos membros do Judiciário.

Ao final do julgamento de fachada, Cármen Lúcia garantiu ao advogado de Lula que seria expedido um 'salvo conduto' imediatamente, proibindo o TRF-4 de decretar a prisão de Lula.

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