linkaki

Lula era para estar preso, mas graças ao STF, foi sapatear na cara do juiz Sérgio Moro em Curitiba e dos brasileiros



Não fosse a sem-vergonhice de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal, o ex-presidente Lula, na condição de criminoso condenado devidamente oficializada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, era para estar preso.

A força-tarefa da Operação Lava Jato, composta por mais de 500 homens, entre Policiais Federais, Procuradores da República, peritos, delegados, colaboradores da Receita Federal e investigadores dedicaram mais de 4 anos para chegar ao chefe da organização criminosa. O juiz federal Sérgio Moro condenou Lula na primeira instância pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Na semana passada,  o TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região) examinou embargos de declaração apresentados pelo petista na ação penal em que foi condenado a 12 anos e 1 mês de reclusão. Lula estava pronto para ser preso, quando o STF suspendeu o julgamento de seu habeas corpus e lhe concedeu um vale impunidade. Para comemorar a decisão dos companheiros do STF, o petista resolveu encerrar sua caravana da vergonha na cidade de Curitiba, apenas para sapatear na cara do juiz Sérgio Moro e de todos os integrantes da força-tarefa da Lava Jato.

Este tipo de impunidade só existe no Brasil. Na França e nos Estados Unidos, por exemplo, antes mesmo da subida ao tribunal, já após a sentença de 1º grau, seria determinada a prisão do sentenciado. Em fevereiro de 2016, em histórica decisão por 7×4, o STF decidiu que após condenação em 2º grau, a pena pode e deve ser aplicada. Mas tudo mudou quando chegou a vez de Lula. Agora, alguns ministros do STF querem derrubar o entendimento não apenas para assegurar a impunidade de Lula, mas também de milhares de criminosos poderosos que já estão presos e outros, que em breve. devem enfrentar condenações em 2.º Grau.

No lugar de assegurar o cumprimento da Lei, valorizar os esforços de centenas de servidores ligados à Lava Jato e transmitir para a sociedade a sensação de efetividade da Justiça, os ministros do Supremo protagonizaram um espetáculo de hipocrisia perante o país ao acenar para a impunidade de criminosos poderosos. Os ministros que vergonhosamente promoveram um retrocesso no combate à impunidade, podem ainda destruir completamente a confiança da sociedade em suas instituições, caso mantenham Lula e outros condenados em segunda instância livres e impunes.

Durante a etapa de sua caravana no município de São Leopoldo, no  Rio Grande do Sul, Lula desfilou seu cinismo e afirmou: “Não vou ser preso porque não cometi crime", mesmo sendo apontado pela Lava Jato como protagonista de centenas de episódios envolvendo crimes como corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

O crime de lavagem de dinheiro consiste justamente em colocar no nome de laranjas recursos ou bens, visando fugir das provas incriminatórias. O problema de Lula é que, além das evidências materiais seus crimes, seus laranjas e cúmplices como Léo Pinheiro e Marcelo Odebrecht confessaram os crimes que cometeram em conluio com o petista.

Informe seu Email para receber notícias :