linkaki

Lula encrencado com milhões do ditador Kadafi trazidos ilegalmente ao Brasil. Palocci diz ter tudo documentado e quer entregar provas



Um dos episódios envolvendo as tentativas do ex-presidente Lula para chegar ao poder revela um pouco do caráter do do homem por trás da organização criminosa que vitimou a Petrobras e o Brasil ao longo dos últimos treze anos.

Segundo o pastor Caio Fábio, no ano de 1998, o ex-presidente Lula precisava de um artifício para vencer as eleições contra o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. Um grupo de criminosos internacionais teria forjado um falso dossiê contra o partido do concorrente de Lula e propôs negociar os documentos falsos com PT. Lula teria conseguido o dinheiro para comprar o dossiê com seu amigo, ditador líbio Muamar Kadafi. O problema era encontrar uma forma de trazer o dinheiro, que também serviria para financiar sua campanha, ao Brasil.

Na ocasião, Lula teria  aborddo um velho amigo, o então pastor evangélico Caio Fábio. No vídeo abaixo, o ex-pastor fez declarações sobre o episodio. Caio teve forte amizade por mais de 30 anos com o ex-presidente Lula e acabou caindo em desgraça. Caio Fábio conta em um de seus programas como Lula o pediu para trazer ao Brasil a soma de U$ 35 milhões, que ele Lula, confessava ser uma doação ilegal do ditador líbio Muamar Kadafi.

Não se sabe o que Lula prometeu em troca dos  milhões oferecido por Kadafi, caso chegasse à presidência do Brasil. O fato é que Lula chegou ao posto, visitou o ditador várias vezes e fez negócios com Kadafi com o dinheiro do povo.

Esta semana, a Veja divulgou uma matéria ainda mais estarrecedora. O ex-ministro Antonio Palocci confirmou que foi acionado para internalizar o dinheiro de Kadafi antes das eleições de 2002. Segundo a reportagem, Palocci recebeu em 2002 "uma missão delicada: Kadafi disponibilizara 1 milhão de dólares, o equivalente a 4 milhões de reais na época, para apoiar a campanha de Lula. Cabia a ele, homem de confiança do candidato e também responsável informal pelas finanças do partido, cuidar da “internalização” do dinheiro. Em outras palavras, o ex-ministro foi incumbido de encontrar um jeito de colocar o dinheiro dentro do Brasil sem chamar a atenção das autoridades nem deixar rastros de sua origem. Nos relatos entregues aos investigadores, os chamados “anexos”, o ex-ministro afirma que cumpriu a missão e promete exibir comprovantes da operação. Palocci pretende revelar os detalhes da transação – quem deu a ordem, quem intermediou, como o dinheiro chegou ao Brasil e de que forma ele foi utilizado – caso o acordo de colaboração seja assinado".


Informe seu Email para receber notícias :