linkaki

Lula encerra caravana dizendo que 'Ninguém pode dizer que o Lula é agressivo', após se referir a opositores como fascistas, coxinhas e nazistas



O criminoso condenado que andou defendendo que seus subordinados reagissem com porradas a qualquer provocação de opositores encerrou nesta quinta-feira, 28, a caravana da vergonha pela região Sul do país. Bombardeado por manifestantes com chuvas de ovos, Lula afirmou no encerramento de  encerrou sua caravana que "Ninguém pode dizer que o Lula é agressivo", afirmou o petista, que nos últimos dias se referiu a seus opositores como fascistas, coxinhas e até nazistas.

Cercado por um forte esquema de segurança que impediu que manifestantes se aproximassem da Praça Santos Andrade, em Curitiba, Lula falou o que bem entendeu a uma plateia cativa, formada por militantes do MST, CUT, UNE e ativistas de esquerda da região.

Castigado por populares ao longo de toda a caravana pela região, Lula usou o episódio de supostos disparos em sua comitiva para garantir policiamento máximo durante o último evento da caravana. Incapaz de se defender na esfera jurídica, Lula voltou a usar os palanques para defender sua inocência e se disse vítima do juiz Moro, do TRF-4 (Tribunal Regional Federal da 4ª Região), do Ministério Público e da Polícia Federal.

Empolgado com a audiência cativa e subserviente, Lula explorou outras teorias absurdas visando criar repercussão na imprensa amiga que ainda o trata como pré-candidato à Presidência, como a Folha de São Paulo e até mesmo alguns jornalistas da Globo. O petista, segundo a Folha, "sugeriu que o impeachment da antecessora, Dilma Rousseff, está relacionado a interesses externos de países como os Estados Unidos, que teriam se sentido ameaçados depois que o Brasil descobriu o pré-sal".

Dilma também falou em fascismo ao lamentar os supostos disparos contra a caravana de Lula. “Ao longo desta caravana, enfrentamos uma das mais graves manifestações de fascismo", afirmou a petista.

Informe seu Email para receber notícias :