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Lula, Dilma, setores do Judiciário e MPF aliviados com soltura de Joesley Batista



Poucos dias após a divulgação da informação de que os irmãos Batista estriam tentando ampliar seus acordos de delação premiada ameaçando fala que podem entregar podres do Judiciário, Josley Batista, Wesley Batista e o ex-diretor do grupo JBS estão soltos.

Segundo o colunista do O GLOBO, Lauro Jardim, "Por que não o fizeram antes, não se sabe".

Em sua coluna, o jornalista que adiantou em primeira mão o resultado de um julgamento sobre a soltura dos açougueiros da Friboi, Jardim informava há menos de um mês que os irmãos Batista teriam intenção de apontar o envolvimento de membros do Poder Judiciário. Obviamente, qualquer suposição neste sentido aponta para a revelação de supostos ilícitos como forma de pressionar autoridades por um novo acordo ou a obtenção da liberdade imediata.

Os supostamente poupados pelos irmãos Batista até o momento respiram agora aliviados. Há suspeitas de todos os brasileiros sobre nomes de possíveis 'poupados' nas delações de Joesley Batista, como os ex-presidentes Lula e Dilma, ex-membros da Procuradoria-Geral da República, como Rodrigo Janot e Marcelo Miller, além de ministros do STF que supostamente se beneficiaram da generosidade dos donos da JBS com o dinheiro que conseguiram arrancar dos cofres públicos com a conivência de Lula, Dilma, Palocci e Guido Mantega.

A soltura de Joesley, determinada por uma Vara Federal recém criada em Brasília, coincide com a queda do ex-diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia. Outro fato que chama a atenção é que, após dois anos sem achar nada que comprometesse o presidente Michel Temer, o ministro do STF Luís Roberto Barroso, determinou quebra sigilo do presidente e até acusou sua defesa de ter tido acesso a dados sigilosos, sendo que as informações eram públicas e estavam disponíveis no próprio site do STF. . Enquanto isso, Justiça manda soltar Joesley, que com os bilhões que conseguiu arrancar dos cofres públicos com a ajuda de Lula e Dilma, teria financiado favores a ministros do STF. Joesley Batista, que deveria ter perdido os benefícios vergonhosos de seu acordo de delação, confessou mais de 200 crimes que lhe renderiam condenações de mais de 2000 mil anos, mas mesmo assim, foi solto. Este é o Judiciário Brasileiro

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