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Lula comandou organização criminosa que, durante 13 anos, desviou R$ 200 bilhões por ano do povo



O ex-presidente Lula, apontado em denúncia da PGR ao STF como o chefe da organização criminosa que vitimou a Petrobras é o responsável direto por toda a corrupção no país ao longo dos últimos treze anos. Os inquéritos que investigam o “quadrilhão do PT” apontam para 13 investigados sem foro privilegiado - entre eles Lula e Dilma Rousseff, foram desmembrados e enviados para a nova Vara da Justiça Federal do Distrito Federal, a mesma que determinou a soltura do empresário Joesley Batista nesta sexta-feira, 09.

Embora os subordinados do chefe da organização criminosa insistam em afirmar que sempre houve corrupção no Brasil, as investigações da Operação Lava Jato apontaram que a corrupção no Brasil andou a passos bem mais largos durante os governos petistas, todos comandados por Lula. Integrantes de partidos como PP, PMDB, PDT, PSOL, PCdoB, partidos da base aliada dos governos do PT, foram todos diretamente beneficiados por repasses criminosos de empresas como a JBS, de Joesley Batista e a Odebrecht.

A estimativa apresentada por do procuradors da República e técnicos do Ministério Público Federal durante as investigações apontavam para desvios de recursos na ordem de R$ 200 bilhões em esquema de corrupção no Brasil aos longo dos treze anos de governos do PT.

A Operação Lava Jato conseguiu estancar cerca de 87% da corrupção no país em pouco mais de dois anos. Como o núcleo central das investigações conduzidas pela força-tarefa baseada em Curitiba está concentrado nos desvios da Petrobras e de outros órgãos governamentais, surge uma outra constatação óbvia: praticamente todos os crimes foram desencadeados pela iniciativa do ex-presidente Lula e dos membros do PT, que conceberam um plano de poder duradouro, baseado no financiamento patrocinado pelo dinheiro do contribuinte.

Este projeto de poder ambicioso foi colocado em prática logo nos primeiros meses do primeiro mandato de Lula em 2003, com a indicação do diretor da área de Serviços da Petrobras, Renato Duque, o operador de propinas do PT na estatal, que permaneceu no cargo mais rentável sob o ponto de vista dos esquemas de corrupção entre 2003 e 2012.

Lula, Dilma e a cúpula do PT comandavam o governo com mãos de ferro e detinham o controle absoluto dos cargos  em todas as empresas públicas, como a Petrobras, BNDES, Caixa Econômica, Banco do Brasil. O PT exercia ainda influência nas diretorias dos fundos de pensão destas instituições. Todos estes órgãos foram saqueados pela organização criminosa comandada por Lula. O petista e seus correligionários eventualmente cederam cargos a integrantes de outros partidos, para que também pudessem roubar suas fatias do bolo em troca de apoio político.

Entretanto, o ex-presidente Lula foi a peça central de todo o esquema criminoso durante todo este tempo. Coube a Lula coordenar toda a arquitetura criminosa concebida por seus comparsas. Sua extrema habilidade em negociar acordos espúrios através de meias palavras, sua capacidade de costurar esquemas criminosos sem se envolver diretamente nas articulações e sua interlocução íntima com os comandantes dos maiores partidos da base aliada governista são fatores que lhe permitiram atravessar todo este mar de corrupção praticamente incólume.

Esta situação de impunidade teria perdurado, não fosse o alto graus de comprometimento do Juiz Sérgio Moro e dos demais integrantes da Lava Jato, altamente qualificados em investigar crimes de lavagem de dinheiro. O lema da força-tarefa em Curitiba é: siga o dinheiro e ache o criminoso. Foi através desta técnica extremamente bem apurada que os responsáveis pela maior investigação do Brasil conseguiram retirar Lula das sombras que ocultavam a sua figura em todo o esquema criminoso.

A Lava Jato começou com um quadro de investigação sobre lavagem de dinheiro que levou a crimes cometidos na Petrobras e hoje está em outros órgãos públicos, como a Caixa, BNDES, Fundos de Pensão, Angra Nuclear, Belo Monte e ministérios, como o Planejamento. “Hoje, o objeto do caso Lava Jato é a corrupção político partidário, com desvio de dinheiro para fins eleitorais e para engordar o bolso dos envolvidos.”, observou um dos procuradores da Lava Jato.

Lula liderou a corrida desenfreada da pior geração de políticos que já passou por Brasília em toda a história. Seu grupo praticou o maior assalto de que se tem notícia aos cofres públicos. Os cerca de R$ 200 bilhões anuais roubados por Lula e sua quadrilha formada pelo PT, PP, PMDB e outros partidos aliados ao longo de mais de 13 anos custaram a vida e o futuro de milhões de brasileiros.

A Lava Jato estancou a sangria inaugurada por Lula e prendeu praticamente todos os grandes empreiteiros, empresários e ex-bilionários que se valeram das relações espúrias com os governos petistas para esvaziar os cofres públicos. Lula está prestes a ser preso, mas Dilma, Gleisi Hoffmann, Paulo Bernardo, Guido Mantega e dezenas de envolvidos nos esquemas criminosos do PT ainda estão livres. Alguns cúmplices de toda esta roubalheira estão entre os pré-candidatos à Presidência da República em 2018.

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