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Joesley Batista é hostilizado ao deixar a Superintendência da Polícia Federal em São Paulo



O empresário Joesley Batista, um dos donos grupo J&F, foi alvo de hostilidades quando deixou a carceragem da Superintendência da Polícia Federal em São Paulo,  na noite desta sexta-feira (9). Na  saída, um homem que se passava por cinegrafista atirou um saco de farinha de trigo sobre o carro que buscou o empresário.

Joesley foi liberado após a chegada de uma oficial de Justiça que levava seu alvará de soltura, horas após o juiz Marcus Vinícius Reis Bastos, da 12ª Vara da Justiça Federal de Brasília, tê-lo lebrado da prisão.

Além de Joesley, também foi solto, seguindo a mesma decisão do juiz Reis Bastos, o ex-executivo do grupo J&F Ricardo Saud. Ele foi preso no mesmo dia que Joesley, em 10 de setembro, e estava no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Saud deixou a prisão por volta de 21h desta sexta.

Os irmãos Joesley e Wesley Batista confessaram crimes que lhes renderiam penas que, somadas individualmente, poderiam alcançar de 400 a até 2 mil anos de prisão. Os relatos dos irmãos e dos diretores do Grupo J&F Investimentos feitos à Procuradoria-Geral da República descrevem 240 condutas criminosas reunidas nos depoimentos dos delatores e em 42 anexos entregues pelo órgão ao Supremo Tribunal Federal (STF). Apontado como chefe de organização criminosa por alguns ministros, o acordo homologado elo ministro Edson Fachin, teria violado a Lei de delação premiada. 

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