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É preciso debater a situação econômica do pais. É ano eleitoral



O país viveu nos últimos anos os efeitos devastadores da pior recessão da história. Após 13 anos de governos corruptos do PT de Lula e Dilma, as foças políticas do país removeram a organização criminosa que literalmente levou o Brasil à falência. Logo após o impeachment, o país registrava o fechamento de quase 500 mil empresas, 14 milhões de chefes de família sem emprego, inflação e juros na casa de 14%, rombo de quase R$ 200 bilhões nos cofres públicos e indicadores econômicos, sociais e de atividade produtiva em franca decadência.

Embora os compromissos do governo sucessor em superar a mais profunda crise econômica da história do Brasil tenham sido alvos de interferência e sabotagem dos descontentes com o fim do acesso ao dinheiro dos cofres públicos, a administração atual teve relativo sucesso em debelar o caos econômico em que o país mergulhou ao final de 2014.

Este é um ano eleitoral, e nestes aspecto, é importante que os discursos dos candidatos deixem bem  claro seus compromissos com a economia e a geração de empregos. Cada candidato tem o dever de apresentar um conjunto de propostas claras sobre a política de juros, o controle da inflação e a definição de fundamento básicos, no sentido de manter ou ampliar o ritmo de investimentos na atividade produtiva.

É importante que cada candidato explique detalhadamente como pretende construir uma sociedade com menos desigualdade de renda para promover o crescimento. Em seus planos de governo, deve haver clareza quanto aos propósitos para a sociedade, a possibilidade de se garantir igualdade de oportunidades para todos e uma visão eficaz sobre os desafios que terá pela frente. Eleição não é momento para embromação, para oba oba, nem se jogar nos braços da galera. Eleição é época de explicação e de compromissos. O eleitor deve permanecer atento aos discursos de cada candidato, sobretudo no que diz respeito aos conceitos econômicos. Soluções fáceis e mirabolantes não existem. A segurança para a economia vem da clareza das propostas, da previsibilidade dos fundamentos econômicos, da confiança e seriedade que o tema exige.

O Brasil convive com a menor inflação e as menores taxas de juros registradas em mais de 30 anos. Qualquer sobressalto na economia, e tudo por ir parar no ralo. Os abutres do mercado estão atentos e ávidos por oportunidade de voltar a ganhar dinheiro fácil às custas do sacrifício do povo. A inflação baixa é reconhecida por economistas de todo o mundo como a melhor forma de garantir o progresso das famílias de baixa renda. A inflação baixa é também a melhor aliada da indústria e do emprego. Já a inflação é preferida por rentistas, banqueiros, especuladores e donos de grandes fortunas.

Embora praticamente todos os pré-candidatos tenham recebido, direta ou indiretamente, dinheiro de empresas corruptas como a JBS, Odebrecht, nenhum deles conseguirá registrar sua candidatura se forem comprovadamente corruptos. Mesmo que uns acusem os outros de terem recebido propina, praticamente todos pertenceram a partidos que efetivamente receberam doações questionáveis. Mudar de partido não muda o passado de um candidato. 

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