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Autoridades da Grécia caem por receberem auxílio-moradia. Aqui no Brasil, sapateiam na cara do povo



Enquanto políticos, juízes e procuradores da República do Brasil que recebem o vergonhoso auxílio-moradia custeado com o dinheiro do contribuinte, o ministro grego da Economia, Dimitri Papadimitriou, e sua mulher, Rania Antonopoulou, vice-ministra do Trabalho, perderam os cargos após a revelação de que recebiam o mesmo benefício.

O casal deixou o governo após um jornal local, o Eleftheros Typos, revelar que a vice-ministra recebia € 1.000 mensais (cerca de R$ 4.000) para alugar um apartamento em Kolonaki, bairro de alto padrão.

Enquanto autoridades do Brasil drenaram mais de R$ 5 bilhões do dinheiro do contribuinte nos últimos 4 anos, foi revelado que o casal gastou € 23 mil em dois anos. Segundo a imprensa grega, Dimitri e Rania integravam o governo de Alexis Tsipras, o primeiro-ministro que tenta há três anos tirar a Grécia do buraco financeiro.

Segundo a folha, "Rania Antonopoulou saiu primeiro. Pediu desculpas aos gregos e prometeu devolver o dinheiro recebido. Ato contínuo, o marido Dimitri Papadimitriou renunciou a um dos postos mais importantes de qualquer país.

O fato foi visto como insulto em um país debilitado economicamente, de média salarial de € 770 e com deputados ganhando ao menos sete vezes mais. Aqui no Brasil, cerca de 17 mil procuradores procuradores da República e 18 mil juízes que recebem mais de R$ 30 mil por mês, além de 12 deputados federais, embolsam mais de R$ 4 mil do dinheiro do contribuinte com o vergonhoso privilégio. Os juízes prometem até mesmo uma greve para o próximo dia 15, para garantirem a manutenção da regalia. O presidente Michel Temer caiu na besteira de tentar acabar com os privilégios e altos salários do Judiciário criados durante o governo Dilma e acabou se tornando alvo de campanhas para desestabilizar seu governo. 

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