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Após livrar Lula do mensalão, STF tem a chance de corrigir erro permitindo prisão do petista por crimes no petrolão



O Supremo Tribunal Federal já livrou o ex-presidente Lula da prisão durante o processo do mensalão, um esquema criminoso montado pelo PT para a compra de apoio de parlamentares no Congresso logo no primeiro mandato do ex-presidente. O erro dos ministros do Supremo custou caro ao povo. Lula se reelegeu presidente em 2006, um ano após Duda Mendonça ter confessado que recebeu no exterior R$ 10 milhões pela campanha dele de 2002. Obviamente, todos os membros do Judiciário e do Ministério Público Federal foram regiamente recompensados pelo alívio no cerco ao petista, através de generosos aumentos de salários e concessões de penduricalhos a juízes e procuradores da República de todo o país.

Foi justamente após se safar do processo do mensalão que Lula e o PT aprofundaram os esquemas de corrupção na administração pública. A organização criminosa comandada por Lula, segundo denúncia da PGR, avançou como nunca sobre o dinheiro do contribuinte com desvios bilionários revelados pela Operação Lava Jato ao longo da investigação do esquema do petrolão. Graças à negligência das autoridades do país e aos ilustres ministros do STF, Lula obteve uma nova licença para roubar o país e fez isso por mais dez anos, até o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff em 2016.

Nesta quinta-feira, 22, o STF poderá finalmente corrigir os erros do passado e colocar o ex-presidente Lula na cadeia. O Supremo vai julgar o habeas corpus preventivo do petista, no qual a defesa do ex-presidente pede garantias de que ele não seja preso ao término da análise de seu embargo no TRF-4, marcado para a próxima segunda-feira, 26.

O que estará em jogo no plenário do Supremo nesta quinta não será a revisão do entendimento da Corte sobre a possibilidade de execução provisória da pena de condenados em segunda instância, e sim o habeas corpus de Lula. O país terá a oportunidade de conhecer quais dos ministros do STF ainda estarão dispostos a repetir o erro do processo do mensalão. Aqueles que tentarem livrar Lula da cadeia estarão dispostos a assegurar a impunidade de criminosos poderoso no futuro, quando a Corte se reunir novamente para reexaminar a regra sobre a possibilidade de prisão de condenados em segunda instância. 

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