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Veja como alguns brasileiros ajudaram a afundar o país e ao lado de quem eles estão



O contribuinte, como sempre, é quem vai pagar pelo altíssimo custo da derrota imposta por setores da política, do Judiciário e dos meios de comunicação, que apostaram todas as suas fichas para impedir a aprovação da reforma da Previdência.

Qualquer cidadão que militou contra a reforma da previdência, militou contra o fim da desigualdade e pela manutenção de privilégios de castas de seres superiores e iluminados, como os servidores, militares, membros do Ministério Público Federal e do Judiciário. Qualquer cidadão que militou contra a reforma da previdência e contra a criação de um REGIME ÚNICO para todos os brasileiros, militou contra a DEMOCRACIA, para manter um dos mais cruéis sistemas de distribuição inversa de riquezas, no qual o contribuinte,trabalhador ou não, incluindo os beneficiários do Bolsa Família, sustentam uma elite de privilegiados que representa aquele 1% dos mais ricos do Brasil.

A reforma da previdência previa igualar o teto máximo de benefícios para todos os brasileiros até o limite de R$ 5.300,00. Mas aqueles que recebem benefícios de até R$ 33 mil não concordaram e impuseram mais esta derrota para o pagador de impostos e à DEMOCRACIA, impedindo que o sistema fosse igual para todos os cidadãos.

O rombo de mais R$ 200 bilhões causado por esta elite que prefere ver o país afundar a ter que abrir mão de sues privilégios continuará sendo pago pelo trabalhador. Cortes terão que ser feitos. Como se não bastasse, o dinheiro vai ficar mais caro para o país com a decisão da agência internacional de risco Fitch, que rebaixou nesta sexta-feira (23) a nota de crédito soberano do Brasil de "BB" para "BB-".

Com isso, o país ficou ainda mais longe do selo de país bom pagador de sua dívida. O rating do Brasil foi colocado agora 3 degraus abaixo do grau de investimento, mesma classificação dada pela Standard&Poor's (S&P), que em janeiro também anunciou o rebaixamento do rating do país.

"O rebaixamento do Brasil reflete persistentes e grandes déficits fiscais, a alta crescente da dívida pública e o fracasso em reformas legislativas que melhorariam o desempenho estrutural das finanças públicas", destacou a Fitch no comunicado.

O corte já era esperado pelo mercado em função da demora na aprovação da reforma da Previdência, requisito fundamental para reequilibrar as contas públicas. Não adiantou o presidente Michel Temer ir no programa do Silvio Santos, no programa do Ratinho e faltar implorar para para que os parlamentares manifestassem seu apoio a esta iniciativa crucial para a economia do país.

Foi uma derrota para o povo, mas uma vitória para aqueles que sempre viveram às custas do suor do trabalhador. A esquerda comemora, os especuladores do mercado financeiro comemoram, os candidatos canalhas e oportunistas comemoram. O resultado imediato para o povo será menos empregos, mais inflação e freio imediato na queda de juros. O povo, como sempre, paga a conta. Abaixo, um artigo publicado mais cedo aqui no Imprensa Viva:


A cretinice de grupos econômicos e políticos tem custado mais caro ao povo brasileiro que a corrupção. Por mais que a população queria, é praticamente impossível para muitos não cair nas armadilhas rasteiras armadas por aqueles que tem interesses obscuros, nefastos e contrários ao interesse público.

Como forma de corrigir distorções nas contas públicas e equilibrar a distribuição de riquezas no país. o governo, logo que assumiu em meio a pior recessão da história, passou a implementar políticas modernas na administração pública. Modernizar é modernizar e qualquer política pública que contemple tais metas passa pela correção de distorções na distribuição de riquezas e corte de privilégios e salários não condizentes com a realidade econômica do país.

O foco destas ações é político, independente da persona que esteja por trás das medidas. O problema é que a população ainda é muito sensível a figuras públicas e dá pouca importância a iniciativas políticas,  propriamente ditas.

Justamente em virtude destas peculiaridades, grupos econômicos resolveram atacar a figura do presidente visando manter seus privilégios e acesso ao dinheiro do contribuinte nos cofres públicos. Estes grupos são, notadamente, representantes de servidores federais, setores do Ministério Público Federal, Judiciário, meios de comunicação e representantes da famigerada esquerda brasileira.

Juntos, estes grupos tentaram derrubar o atual governo. Para atingir este objetivo, não se importaram em convocar o criminoso Joesley Batista, parceiro de todos eles, para engendrar uma trama criminosa envolvendo ações forjadas e outras iniciativas sórdidas. Embora a trama tenha sido vendida ao povo embalada num bonito papel de combate à corrupção, a própria conspiração foi toda baseada na corrupção de agentes públicos, meios de comunicação e setores descontentes com o fim do acesso fácil ao dinheiro do contribuinte, com o  fim da inflação e a redução dos juros.

Não havia absolutamente qualquer interesse ideológico por trás das tentativa de derrubar o governo. Foi apenas uma questão de dinheiro. O país vivia um esforço para sair da pior recessão de sua história, começava a apresentar os primeiros sinais de recuperação da economia, a gerar empregos, mas ninguém se importou com as consequências para a população, sobretudo os mais pobres. Tetaram incendiar o circo para resgatar o controle da máquina pública que haviam perdido, após décadas.

O custo desta empreitada maldita para o país pode ter superado o alto custo da corrupção, pois o Brasil perdeu praticamente um ano no atoleiro criado por grupos poderosos para impedir que o governo avançasse com a reforma da previdência, com o corte de privilégios e com a redução de salários indecentes.

Os canalhas, todos sabem bem quem são, estão agora tentando sabotar uma inciativa que visa restaurar a ordem pública no Rio de Janeiro. Um esforço heroico envolvendo as instituições de maior confiança dos Brasileiros, as Forças Armadas, para tentar ao menos aliviar os efeitos da crescente onda de violência, até então favorecida por agentes corruptos do Estado e o envolvimento com o crime organizado de setores das polícias Militar e Civil.

Novamente, estão tentando atrelar uma inciativa política à uma persona, fingindo ignorar a urgência e necessidade real da medida. Parte dstes canalhas estão no Judiciário, no MPF, na imprensa, nos blogs com comentários moderados, abertos apenas aos órfãos do lulopetismo, rancorosos com o atual governo que livrou o país da desgraça chamada PT. É gente corrupta, ávida pelo dinheiro do povo, defensores de privilégios e da desigualdade no sistema previdenciário. Estes mesmos canalhas que tentaram sabotar o país há quase um ano, agora temem que o atual governo ganhe fôlego perante a opinião pública, se fortaleça e abre caminho para a vitória nas próximas eleições.

A canalhice em tentar atribuir qualquer medida que seja vista com bons olhos pela população à inciativas de cunho eleitoreiro só é admitida por gente igualmente estúpida, uma vez que é dever do Estado zelar pelos interesses da população. Os que criticam a intervenção no Rio agora são os mesmos artistas, jornalistas e corruptos do PT, adoradores de Janot e Joesley, que sabotaram a reforma da previdência e o corte de privilégios vergonhosos do Judiciário. Os bilhões do dinheiro do contribuinte que insistem em não abrir mão representam somas muito superiores a tudo que já foi roubado no Brasil pelos corruptos. É por isso que eles querem seus corruptos de volta ao poder. E o povo, coitado, continua pagando altos impostos, recebendo serviços precários e comendo nas mãos da aristocracia corrupta brasileira que quer todos seu dinheiro só para si e suas castas de privilegiados.

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