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Receita aponta que advogados de Lula, Roberto Teixeira e Cristiano Zanin, levaram R$ 68 milhões em esquema na Fecomércio/RJ



A prisão do presidente da Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro (Fecomércio-RJ), Orlando Diniz, nesta sexta-feira (23), pode significar apenas a ponta de mais um iceberg de crimes envolvendo o ex-presidente Lula e sua banca familiar de advogados.

Os procuradores da República descobriram que o escritório Teixeira Martins Advogados recebeu cerca de R$ 68 milhões sem aparente comprovação de serviços à Fecomércio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro). O escritório defende o ex-presidente Lula em processos criminais, como os da Operação Lava Jato.

O escritório dos advogados de Lula, Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins, foi ligado pelo MPF (Ministério Público Federal) a um esquema envolvendo o presidente da Fecomércio-RJ, Orlando Diniz, preso nesta sexta-feira (23) pela PF (Polícia Federal). De acordo com os procuradores, o escritório Teixeira, Martins e Advogados recebeu R$ 68,2 milhões da Fecomércio entre 2012 e 2017, segundo dados levantados pela Receita Federal.

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