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Que dia Barroso vai intimar Janot e os trombadinhas dilmistas para esclarecer acordo criminoso com Joesley?



Setores do Judiciário continuam tentado fustigar o governo para assegurar privilégios vergonhosos e impedir a reforma da Previdência. Os Dilmistas da PF, do MPF e do STF não se conformam com o fato de não terem conseguido derrubar o presidente Temer, mesmo após terem se aliado ao criminoso Joesley Batista da JBS.

Não é por acaso que o judiciário está interferindo até mesmo em atribuições constitucionais da Presidência da República, como no episódio envolvendo a nomeação do novo Ministro do Trabalho. O PT tinha 18 ministros investigados na Lava Jato, acusados de crimes de corrupção e formação de quadrilha, mas estava tudo bem.

Dando prosseguimento ao ativismo político do Judiciário, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, resolveu dar uma de xerife bolivariano e intimou o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, para prestar esclarecimentos sobre uma entrevista dada por Segovia agência Reuters,

Na entrevista, Segovia levantou suspeitas sobre o ativismo político de um delegado da Polícia Federal que tenta ressuscitar factoides contra o presidente Michel Temer em uma antiga investigação sobre os portos.

Barroso, cúmplice de Fachin na na destruição da Lei de delação premiada que resultou na homologação do acordo com os criminosos da Friboi, bem que poderia intimar o ex-procurador da República, Rodrigo Janot, para explicar o acordo relâmpago com Joesley Batista. A Lei de delação premiada veta benefícios a chefes de organização criminosa, como é o caso de Joesley. Mas Barroso preferiu fechar os olhos para os trombadinhas do Judiciário

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