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Qual deles vai ter coragem de entrar para o lixo da história junto com Lula?



A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, bem que tentou empurrar com a barriga a definição sobre o entendimento do Supremo sobre a possibilidade de condenados em segunda instância cumprirem com a execução da pena enquanto recorrem a instâncias superiores.

Há poucos dias, Cármen Lúcia afirmou que pautar a decisão em virtude do julgamento do ex-presidente Lula significaria 'apequenar' o STF, como se o petista fosse um simples batedor de carteiras. Nada menos que sete ministros estão sentados em suas cadeiras agora graças a nomeação ou indicação do ex-presidente Lula, o chefe de Estado que se converteu em chefe de organização criminosa assim que assumiu a Presidência em 2003.

Obviamente, muitos dos ilustres integrantes da Corte Suprema do Brasil ensaiaram jogar suas reputações no lixo em mais de um episódio ao longo dos últimos anos e praticamente todos foram cúmplices na homologação do acordo de delação premiadíssima dos açougueiros criminosos da JBS. Por sinal, a então pequena Friboi de Goiás também se converteu em um império internacional durante os governos do PT de Lula e Dilma, sob a anuência dos ilustres ministros do Supremo, que nunca viram nada de errado, apesar de terem acesso a testemunhos assombrosos sobre como Lula e Dilma comandaram o assalto na Petrobras para financiar suas campanhas.

Durante quase uma década e meia, os ilustres ministros do Supremo fecharam os olhos para os crimes cometidos por Lula e o PT desde o famigerado processo do mensalão, um esquema criminoso de compra de apoio parlamentar financiado por dinheiro roubado dos cofres públicos. Mas bastou que a escória do PT fosse banida do poder, para que os ministros do STF se acumpliciassem com o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, porta voz de Joseley Batista, chefe de organização criminosa que, pela Lei de Delação Premiada, não poderia colher os benefícios prometidos pelo ex-PGR e homologado pelo STF. Tudo para derrubar o governo que derrubou os bandidos do PT do poder. O problema é que agiram de forma açodada, forjaram provas fajutas e encontraram pela frente um homem disposto a desafiá-los e provar sua inocência.

Apesar de impopular, Temer tinha mais de 50 anos de vida pública sem absolutamente nenhum processo ou sequer denúncia na Justiça. Foi justamente este sujeito, impopular e taxado como golpista pelos órfãos da esquerda brasileira, que peitou o STF, a PGR, o Ministério Publico Federal, setores da Polícia Federal, a Globo e quase todos os meios de comunicação do país. Praticamente sozinho, Temer fez com que todos se curvassem à sua determinação de subjugar seus agressores, que terminaram humilhados de forma vigorosa. Joesley Batista e membros de sua quadrilha foram parar atrás das grades, Janot fugiu do país, a Globo e os meios de comunicação a serviço do mercado financeiro viram sua credibilidade ir para o esgoto e agora sobrevivem de agrados à esquerda corrupta com notinhas maldosas contra o governo que expulsou os ratos do PT do poder e livrou o Brasil de se tornar uma Venezuela.

Temer se revelou um mestre no jogo político, aprovou reformas que nenhum de seus antecessores teve a coragem ou a força política para aprovar, conquistou o respeito de parte da sociedade e das Forças Armadas e prevaleceu com bravura à uma matilha de cães leprosos ávidos pelo dinheiro do contribuinte. Contrariando os inimigos da pátria, do trabalhador e do povo, Temer conseguiu debelar a pior recessão da história, controlou a inflação, baixou os juros e fez com que milhões de brasileiros voltassem ao mercado de consumo, sobretudo os de menor renda.

Agora que chegou a vez do verdadeiro criminoso, do chefe da organização criminosa responsável por toda a tragédia que se abateu sobre o país nos últimos anos, é pouco provável que os ministros do STF terão a ousadia de tentar livrá-lo da cadeia, contrariando a regra em vigor que permite a prisão de condenados em segunda instância. Nem todos os nobres togados serão inconsequentes a ponto de apequenar o Brasil, sob o risco de ter que enfrentar a fúria da sociedade nas ruas, nos aeroportos, nos restaurantes, enfim. Nem todos estão dispostos a jogar suas reputações na mesma lata de lixo onde foi parar a biografia de Lula. 

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