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PF identificou pagamentos da Odebrecht para aquisição de terreno para o Instituto Lula



A conclusão das perícias da Polícia Federal sobre o Sistema Drousys, o software do fim do mundo, concebido pelo gênio do crime, Marcelo Odebrecht, para organizar o pagamento de propina da Odebrecht ao PT, significa o início de mais uma sequência interminável de pesadelos para o ex-presidente Lula e seus subordinados.

Conforme pôde ser constatado, o sistema contém informações valiosíssimas sobre as contas de políticos no banco de propina da empreiteira, com dados sobre movimentação e remessas ao exterior. Os arquivos agora serão analisados e serão utilizados para corroborar as informações contidas nas delações dos executivos do grupo.

O sistema chamado Drousys foi revelado pela delatora da Lava Jato Maria Lúcia Tavares, que era responsável dentro do Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht por gerenciar requerimentos de propina e repassá-los aos entregadores, que por sua vez fariam chegar os recursos aos destinatários finais. As comunicações eram feitas justamente através do Drousys, um sistema de intranet ao qual funcionários da empreiteira tinham acesso. É neste sistema que estão armazenadas as informações sobre as contas de Lula, Palocci, Mantega, Dilma e outros petistas.

Entre os dados divulgados até o momento, A perícia da Polícia Federal já identificou todos os pagamentos feitos pela Odebrecht, no Brasil e no exterior, referentes à propina para a aquisição do terreno do Instituto Lula. A Lava Jato agora tem mais provas – irrefutáveis – para condenar o ex-presidente. Os analistas cruzaram informações referentes a transações envolvendo a DAG construtora, Glauco Costamarques, o dono no papel da cobertura de São Bernardo do Campo, e o escritório Teixeira  Martins Advogados, do compadre de Lula. A ação penal referente a estes crimes está em fase final. Em poucas semanas, o juiz Sérgio Moro deve anunciar mais uma condenação do ex-presidente Lula.

As informações são do site O Antagonista

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