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Péssima notícia para a oposição, bandidos e críticos da intervenção no Rio. Verba federal confirmada é de R$ 2,7 bilhões



O anúncio do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, desta quarta-feira (28) que o orçamento para a intervenção federal no Rio é de R$ 2.7 bilhões foi um duro golpe para os críticos da do decreto presidencial. Ao longo da semana, setores contrários à intervenção federal no Rio tentaram de todas as formas desqualificar a iniciativa de combate ao crime organizado que vem tornando a população do estado refém de bandidos em suas casas, carros e ruas da cidade.

Opositores ao governo, representantes da esquerda e até mesmo setores das Polícias do Rio  atacaram a intervenção e alegaram que não haveria recursos da ordem de R$ 1 bilhão para que a intervenção se tornasse viável.

O anúncio de um orçamento quase três vezes maior que o esperado, de R$ 2.7 bilhões, frustrou as expectativas de todos aqueles que torciam para o fracasso prematuro da intervenção no estado. Ao confirmar a disponibilidade dos recursos, o ministro da Segurança Pública trouxe mais segurança à todos os envolvidos na intervenção e à população do Rio.

Embora a informação sobre a disponibilidade dos recursos tenha trazido mais confiança para a população e para os militares, há um outro aspecto nestes números que chama a atenção: todos este dinheiro sairá dos bolsos do contribuinte graças aos usuários de drogas que ajudaram a fortalecer o crime organizado no estado. O dinheiro das drogas que os traficantes recebem dos usuários é usado para a aquisição de armamentos, corrupção das polícias e de agentes públicos e financiamento de setores ocultos da sociedade que defendem seus interesses. Quando falta dinheiro para comprar drogas em volume suficiente para abastecer a demanda dos usuários, os traficantes partem para outras ações como o roubo de cargas, assaltos e outros crimes para obterem recursos para manter a roda gigante do crime girando.

Os R$ 2.7 bilhões que serão gastos na perseguição da restauração da ordem pública poderiam ser investidos em educação e formação de jovens em comunidades carentes, mas graças aos usuários de drogas, será preciso primeiro tentar destruir o monstro que criaram.

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