Nervosismo de Lula deve aumentar nos próximos dias com esgotamento de chances de escapar da prisão



Por mais que pessoas próximas se queixem das grosserias, o nervosismo e o desespero do ex-presidente Lula nos últimos dias, a tendência é a de que o estado de nervos do petista se torne ainda mais insuportável, na medida em que se esgotam as possibilidades de escapar da prisão.

Ninguém se surpreendeu com a agressividade do petista esta semana, logo após ter seu pedido de habeas corpus preventivo negado pelo STJ. Lula pretendia conseguir uma garantia de que não seria preso, após ter sido condenado pelo TRF-4 na segunda instância.

Todos no partido reconhecem que a Operação Lava Jato tirou o ex-presidente dos eixos ao modificar sua trajetória de líder político para criminoso condenado. Lula não consegue se conformar com o fato de sua história ter sido redefinida de forma tão eficaz e irresistível, mas ainda se recusa a dar o caso por encerrado. O que mais tem incomodado o petista é que, além de ser preso, a expectativa é a de que haverá nenhuma comoção nacional. Nem mesmo os setores da esquerda parecem dispostos a fazer barulho pelo Lula milionário, após sua condenação pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

O desespero de Lula é tão grande diante destes fatos que o petista já não consegue mais agir de forma racional. Se antes, ele era reconhecido por sua inteligência e extraordinária capacidade de reverter situações desfavoráveis, o Lula condenado não faz nem sombra ao ex-chefe de Estado que encantou o mundo na esteira do pré-sal. Incapaz de administrar os revezes de modo racional, o petista dispara sua metralhadora de bobagens em todas as direções, atacando a Justiça, a imprensa e a sociedade de modo geral.

"As piadinhas de Lula, sua falta de respeito com as instituições e com a condução do devido processo legal é uma forma de esquizofrenia. O petista apresenta os sintomas clássicos relacionados a dissociação da ação e do pensamento,  expressa em uma sintomatologia variada, como delírios persecutórios, alucinações". É deplorável que uma pessoa que se diz inocente não consiga demonstrar dignidade, serenidade e equilíbrio.

Lula se comunica apenas com uma minguada audiência de pessoas obtusas que se negam a admitir os fatos que precedem o declínio da esquerda brasileira, arrastada junto com Lula para o poço da corrupção e ganância pelo poder. A falta de sobriedade do petista e de seus subordinados é algo que torna a situação dos expoentes da esquerda ainda mais degradante. Lula começa a se desconectar cada vez mais da lógica e do bom senso, na medida em que suas chances de ir para a prisão vão se consolidando. Segundo analistas, após tantas atitudes insanas, fica difícil descrever o espetáculo deprimente protagonizado pelo petista nos últimos dias. Lula sabe que ter a cumplicidade de seus aliados não é o bastante para se salvar das encrencas em que se meteu. Lula sabe que não há como modificar o código penal apenas para encaixar a sua versão política da história.

Lula sempre se achou muito esperto e nunca conseguiu admitir uma derrota com humildade. O problema é que o desenho dos crimes cometidos pelo petista é extremamente infantil. Na avaliação de delegados da Polícia Federal, seus estratagemas elementares para lavar dinheiro, receber vantagens indevidas e ocultar patrimônio são dignos de um bicheiro ou agiota de esquina. São crimes de baixo nível, sem nenhum grau de sofisticação, tipicamente cometidos por pessoas vulgares do submundo dos crimes de lavagem de dinheiro.

Neste caso, não é nem a Lava Jato que é certeira. Foi Lula que cometeu crimes bastante óbvios, que foram facilmente caracterizados pelo seu enriquecimento ilícito. Não é comum que alguém com renda declarada de R$ 3.780,00 movimente R$ 53 milhões em suas contas em apenas um ano. O fato de uma pessoa ter sido presidente da República não a torna uma fonte de riqueza tão formidável.

Cientistas políticos estão acostumados com este tipo de conduta entre os representantes da classe política brasileira. O que é mais surpreendente é concluir que pessoas tão desqualificadas ainda consigam chegar ao mais alto posto do Brasil. A única explicação plausível para isso é aceitar que grandes empresas e grupos poderosos de comunicação consentiram um morto de fome ser presidente do país apenas para poderem assaltar os cofres públicos de forma mais sistemática. Para Lula, alguns trocados, uma chácara com pedalinho e um apartamento classe média numa praia popular seriam suficientes. Para os empresários, fica difícil calcular o montante em vantagens indevidas que obtiveram com tanta facilidade. Mas para a sociedade, sobretudo os mais pobres, o estrago provocado por treze anos de corrupção foi devastador. 
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