linkaki

Muitos dos que vivem do crime no Rio estão nas Redes Sociais criticando a intervenção no Estado. O Povo mesmo está aplaudindo o decreto



As Redes Rociais são um bom termômetro para captar padrões de comportamento e humor da sociedade, na medida em que temas polêmicos ocupam a arena virtual de debates. Obviamente, é preciso permanecer atento ao que dizem os usuários. Boa parte dos grupos que se empenham em defender determinado  ponto de vista costuma ser composta por militantes e não por pessoas que compartilham suas opiniões de forma despretensiosa.

No caso da reforma da Previdência, no combate aos altos salários e fim de privilégios vergonhosos do MPF e Judiciário, fica patente o ativismo daqueles que tentam defender seus interesses de forma sistemática.

O mesmo fenômeno ocorre quando o assunto é política. Um verdadeiro exército de cabos eleitorais, voluntários ou não, tentam vender seus candidatos de forma mais contundente que a usual, observada em outros usuários que apenas simpatizam com um ou outro candidato.

Nestes casos, um bom termômetro sobre o humor da sociedade em relação a um assunto ou outro é o número de curtidas, compartilhamentos ou visualizações de artigos. Neste aspecto, aqueles que imaginam estar contribuindo para uma causa ou um candidato de forma muito ostensiva, nem se dão conta de que acabam desqualificando aquilo que tentam impor.

Em Redes Sociais e internet, o povo se manifesta através das curtidas, os compartilhamentos, o número de seguidores e os cliques. Se estes números estão favoráveis, é por que a maior parte da sociedade acompanha uma tendência ou outra.

Entre os temas polêmicos desta semana, a intervenção federal no Rio de Janeiro foi o assunto mais debatido. Enquanto grupos de críticos ferozes se entregaram à tarefa de convencer a população de que a intervenção tem caráter político, que deveria ser feita assim ou assado, a maior parte dos usuários de Redes Sociais preferiu ler a intervenção sob a ótica da população do Rio, desesperada por qualquer socorro imediato.

Obviamente, os críticos da intervenção formam grupos distintos, como os ligados à Política, a uma parte insatisfeita das Polícias Militar e Civil do estado e os criminosos, propriamente ditos. Por mais que estas pessoas tentem agir de forma dissimulada, buscando argumentos estapafúrdios, este tipo de campanha já não surte mais o efeito de tempos atrás. A maior parte das pessoas já desenvolveu um senso crítico apurado. Capazes de formar suas próprias opiniões a partir de outras fontes de informações, os usuários de Redes Sociais estão mais imunes a papagaiadas, firulas e não se comportam mais como uma boiada. Aqueles que ainda apostam nesta velha fórmula de manipulação, estão perdendo a batalha.

Do jeito que a situação estava, a população do Rio não quis nem saber a diferença entre intervenção militar e intervenção federal, O povo  entendeu que é uma Intervenção é a favor do povo e contra o crime organizado.

Informe seu Email para receber notícias :