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Maluf era deputado, tinha foro privilegiado e foi preso. E o Lula?



Quando foi preso, já aos 86 anos, Paulo Maluf (PP-SP), exercia seu mandato de deputado federal e tinha a prerrogativa do foro privilegiado. A prisão de um dos maiores corruptos da história do Brasil, que segundo folclore se gabava de ser um político de raiz, daquele "rouba mas faz", é uma prova de que a Justiça tarda mais não falha. Ao menos em alguns casos

Já o ex-presidente Lula, de longe, o maior ladrão da história do país, 72 anos, saúde de 30, como costuma se gabar, é um criminoso condenado em segunda instância sem mandato, sem foro privilegiado, réu em sete ações penais, acusado de favorecer desvios bilionários dos cofres públicos em troca de comissões vergonhosas, continua solto, em cima de palanques, desafiando autoridades e dizendo que vai se candidatar à Presidência da República.

Nesta quinta-feira, a Terceira Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) negou um pedido da defesa de Maluf para que ele fosse para a prisão domiciliar.

Os desembargadores entederam que Maluf tem condições de continuar no Centro de Detenção Provisória (CDP) da Penitenciária da Papuda, em Brasília, mesmo sofrendo de diversos problemas de saúde.

Enquanto isso, os ministros do Supremo Tribunal Federal continuam recebendo petistas com trânsito livre da Corte. Além de um ex-presidente do próprio STF como advogado, Lula tem mandado vários emissários ao Supremo com a missão de interceder em seu favor, de modo a impedir que ele seja preso. Foram ouvidos Jaques Wagner, Gilberto Carvalho e Luiz Marinho. O Brasil acompanha estarrecido este pouco caso das autoridades e pergunta: e o Lula?

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