Lula vira pó no caso do sítio em Atibaia. Revelações devastadoras podem render ao petista uma condenação maior que a do triplex



O ex-presidente Lula praticou mesmo o crime de tráfico de influência, recebeu vantagens indevidas e lavou dinheiro em várias operações com a empreiteira Odebrecht. Um dos executivos do grupo confirmou que o petista pedia uma série de coisas que eram providenciadas pela empreiteira e posteriormente abatidas em sua conta corrente de propina no setor de operações estruturadas da empresa.

As informações que constam nas delações dos executivos do grupo são estarrecedoras e praticamente asseguram mais uma condenação do ex-presidente na Lava Jato. O teor das revelações feitas por executivos da empreiteira aos procuradores da força-tarefa são acompanhados de farta documentação. Há inclusive recibos sobre pagamentos de uma mesada a um dos irmãos de Lula.

Como se não bastasse os depoimentos dos executivos e até mesmo dos donos da empreiteira sobre repasses em dinheiro e obras realizadas no sítio de Atibaia, há ainda o depoimento explosivo do ex-amigo de Lula, o ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro. O executivo também confirmou que as obras de ampliação e reformas na propriedade rural foram feitos para abater propina a que o petista tinha direito por contratos superfaturados da empreiteira junto à Petrobras.

Segundo criminalistas, o processo do sítio em Atibaia é densamente mais rico em detalhes que o caso do triples do Guarujá. Esta segunda ação penal pode render ao ex-presidente Lula uma pena ainda maior, também pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. O juiz Sérgio Moro já está ouvindo neste mês de fevereiro as últimas testemunhas de acusação do processo do sítio. A expectativa é a de que até abril, a ação penal seja concluída. 
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