Juízes e procuradores protestam em Brasília contra reforma da previdência e por manutenção de privilégios



O ativismo político do Judiciário contra o governo produz nesta quinta-feira, 1.º de fevereiro,  um dos mais vergonhosos atos dos últimos tempos. Após a tentativa frustrada de derrubar o presidente da República em parceria com os criminosos da JBS Joesley Batista e Ricardo Saud, setores do judiciário extrapolaram suas atribuições dezenas de vezes, no sentido de fustigar o governo visando desacreditá-lo perante a opinião pública.

A violação da Lei de delação premiada, quando um ministro do STF chegou ao cúmulo do homologar um acordo com um chefe de organização criminosa, foi apenas um destes episódios. Desde então, o ativismo político do judiciário atingiu níveis jamais vistos na história recente do país, inclusive com procuradores da República fazendo campanhas descaradas contra o governo nas redes sociais.

O motivo de todo este ódio de setores do Judiciário contra o governo é um mistério para muitos brasileiros, que ainda não conseguiram compreender com clareza quais motivos levariam um poder, o Judiciário, se voltar contra os outro, o Executivo, de forma tão criminosa. A resposta é bem simples: dinheiro.

O governo gasta 93% de tudo que arrecada para pagar os altos salários da elite da Previdência e dos servidores do Executivo, Legislativo e Judiciário. O Brasil, graças a generosidade dos governos do PT de Lula e Dilma, se tornou o país onde ocorre a mais vergonhosa transferência inversa de renda do mundo, onde mais de 200 milhões de cidadãos pagam impostos altos para manter os altos salários penduricalhos, regalias e vantagens para uma pequena parcela de privilegiados.

Em uma das medidas já colocadas em prática, o governo acabou com a farra dos concurseiros que entravam no serviço público com pouco mais de 20 anos já recebendo salários de até R$ 30 mil. A moleza acabou para esta turma de privilegiados, normalmente filhos de servidores preparados nos melhores cursos. Desde o ano passado, qualquer aprovado em concurso público começará sua carreira recebendo um salário limitado ao teto de R$ 5.200,00. A regra vale para qualquer cargo, inclusive para membros do Judiciário, a carreira mais concorrida, etc.

O governo prevê outros cortes ainda mais profundos entre aqueles que ganham salários acima de R$ 33 mil. A meta é aumentar a contribuição previdenciária dessa turma que se aposenta com menos de 50 anos, em muitos casos. Outros cortes como o vergonhoso auxílio-moradia e adicionais que podem até mesmo dobrar os salários da elite do serviço público estão no alvo. Tem ainda a reforma da Previdência, que vai acertar em cheio um grupo de privilegiados que compõe a elite de 4% mais ricos do Brasil. Embora as mudanças na Previdência não atinjam quem ganha salário mínimo ou afetem direitos garantidos, o Judiciário tem feito de tudo para impedir que o governo acabe com esta pouca vergonha na distribuição do dinheiro do contribuinte apenas para um grupo de privilegiados.

O governo perdeu algumas batalhas contra esta gente, mas não desistiu e não está disposto a ceder a chantagens e ingerências em atribuições do Executivo. 

Como não conseguiram fazer o governo se curvar aos seus interesses corporativos, representantes de associações de juízes e de membros do Ministério Público protestam nesta quinta (1º), em Brasília. O grupo escolheu o primeiro dia de funcionamento do Judiciário em 2018. Juízes, promotores e procuradores farão um ato em frente ao STF (Supremo Tribunal Federal) contra a reforma da Previdência e pela manutenção de privilégios vergonhosos.

As entidades pretendem entregar à ministra Cármen Lúcia, presidente do Supremo, e à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, uma carta com assinaturas de cerca de 18 mil membros

"Por que só nós? Porque estamos combatendo a corrupção?", questionou a presidente da Conamp (Associação Nacional dos Membros do Ministério Público), Norma Cavalcanti, como se combater a corrupção não fosse o dever dessa turma, independente de seus gordos salários. Até mesmo o argumento da representante da classe é burro. Se o governo estivesse com receio quanto ao combate à corrupção, não ousaria acabar com os privilégios dessa gente. Ofereceria mais, como foi o caso dos governos do PT de Lula e Dilma, que roubaram o país durante uma década e meia, enquanto engordavam os salários dos membros do Judiciário.

O presidente da AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), Jayme de Oliveira, afirmou que há "movimentos coordenados que tentam enfraquecer a democracia no país", outro motivo para a manifestação desta quinta no STF. Cortar privilégios vergonhosos dos marajás do Judiciário é enfraquecer a Democracia? Juízes possuem verdadeiras mansões nas cidades onde atuam e ainda recebem auxílio-moradia pago pelo contribuinte. Isto é democracia?

O presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Roberto Veloso, usa o mesmo argumento estúpido para criticar os cortes nos privilégios pretendido pelo governo e diz que estão sendo retaliados por estarem investigando membros do governo

"É evidente que, em relação a esse trabalho, estamos sofrendo uma retaliação, porque isso nunca tinha acontecido", disse Roberto Veloso, como se isso não fosse sua obrigação, recebendo bem ou não. Novamente, qualquer estúpido pode supor que, caso o governo pretendesse se blindar de investigações, não estaria propondo cortes para a categoria, mas sim, aumentando vergonhosamente seus rendimentos, como fizeram Lula e Dilma. Esta por sinal, se elegeu com dinheiro roubado da Petrobras, foi delatada por dezenas de criminosos que confirmaram que ela participou do assalto na estatal, como Monica Moura, João Santana e Marcelo Odebrecht. Mas como Dilma era 'amiga' generosa, está livre, leve e solta. 

Novamente, qualquer estúpido sabe que se o governo estivesse interessado em blindagem do Judiciário, não estaria travando uma batalha para acabar com os salários vergonhosos, privilégios indecentes e regalias dignas de marajás. Dizer que o governo está retaliando por ser investigado é o mesmo que dizer que não investigariam se o governo não mexesse com eles.


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