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Jaques Wagner (PT), é acusado de ter recebido R$ 82 milhões no esquema de corrupção no Estádio da a Fonte Nova



Mais um plano B do PT sucumbe em meio a investigações da Polícia Federal sobre roubo de dinheiro do povo. Há poucos dias,  a Polícia Federal indiciou o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad (PT), por esquemas de lavagem de dinheiro. Haddad era visto como um dos favoritos para concorrer na eleição presidencial pelo partido, no lugar do ex-presidente Lula, que deve ser preso nas próximas semanas. Nesta segunda-feira, 26, foi a vez do ex-ministro da Casa Civil e ex-ministro da Defesa, Jaques Wagner (PT).

Alvo de um mandado de busca e apreensão na Operação Cartão Vermelho, o petista é acusado de ter recebido R$ 82 milhões no esquema da parceria público-privada (PPP) com a Fonte Nova Participações.

Segundo o Bahia Notícias, "A delegada Luciana Matutino revelou que a Polícia Federal (PF) chegou a pedir a prisão do petista, mas o pleito não foi atendido pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1). "Apesar de não assinar o contrato, [Wagner] mantinha todo o poder decisório. Ele tinha o poder de revisar os custos do contrato, de decidir quem fiscalizava e ainda optou por não revisar os custos, não cobrar das empresas os valores. (...) E designou pra fiscalização uma secretaria que não tinha nenhum know-how pra realizar a fiscalização", explica a delegada durante coletiva de imprensa da PF".

A publicação informa que 'A investigação aponta que a licitação para demolição e reconstrução da Arena foi inflacionada e superfaturada em valores que atualmente ultrapassam R$ 450 milhões (saiba mais aqui). Mais cedo, a corporação cumpriu mandados nas residências e endereços comerciais dos envolvidos. Na casa de Wagner e na SDE, foram apreendidos celulares, computadores, mídias, documentos e ainda 15 relógios de luxo. De acordo com Luciana, todos os alvos colaboraram com a PF, sem resistência em entregar os pertences. O próximo passo da operação é analisar o material apreendido para recolher novos depoimentos dos investigados".

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