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Jaques Wagner mandava guardar parte dos R$ 82 milhões em propina na casa da mãe, assim como Geddel Vieira Lima



Durante coletiva da Polícia Federal sobre a Operação Cartão Vermelho, que teve como principal alvo principal o ex-ministro da Defesa, Jaques Wagner, o superintendente da PF Daniel Justo Madruga. informou que foram cumpridos sete mandados no âmbito de um inquérito que já vinha sendo investigado há vários meses e confirmou que os laudos apontavam para superfaturamento nas reforma do Estádio da Ponte Nova.

Foram feitas buscas na governadoria, na secretaria de desenvolvimento econômico e nas casas das pessoas envolvidas, entre elas, Jaques Wagner, e em endereços residenciais. O ex-ministro petista é apontado como beneficiário de R$ 82 milhões em propina no esquema com a Odebrecht e OAS, as mesmas empreiteiras que reformaram o sítio em Atibaia, atribuído ao ex-presidente Lula.

Ainda segundo a PF, Jaques Wagner, mandava guardar parte do dinheiro roubado na casa da própria mãe, assim como o ex-ministro dos governos do PT, Geddel Vieira Lima, que também guardava parte do dinheiro roubado na casa de sua mãe, Marluce Quadros Vieira Lima, alvo de um pedido de prisão domiciliar. Segundo a PF, Geddel acumulou cerca de R$ 51 milhões entre os anos de 2014 e 2015.

A delegada de Polícia Federal Luciana Matutino Caires, responsável pela Operação Cartão Vermelho, deflagrada nesta segunda-feira, 26, relatou que a empreiteira Odebrecht entregou dinheiro na casa da mãe do petista. Pelo visto, o modus operandi dos filhos da Máfia do Dendê de Salvador parece seguir o mesmo padrão.

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