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Jaques Wagner, do PT, é alvo da Operação Lava Jato na Bahia em investigação sobre desvios de R$ 450 milhões em estádio da Copa


O ex-governador da Bahia, Jaques Wagner (PT-BA), é um dos principais alvos da Operação Cartão Vermelho, deflagrada na manhã desta segunda-feira, 26, pela Polícia Federal (PF). A Operação investiga um esquema criminoso envolvendo desvios de  R$ 450 milhões por meio de superfaturamento na construção e demolição da Arena Fonte Nova, um dos estádios da Copa do Mundo de 2014.

Um inquérito da Polícia Federal sobre um esquema de  fraude em licitação apontou para o desvio de verbas públicas, além de corrupção e lavagem de dinheiro, apura a investigação. A polícia identificou que a Parceria Público e Privado (PPP) resultou em benefício para as construtoras Odebrecht e OAS, ambas investigas pela Operação Lava Jato.

Segundo o laudo policial, os valores desviados no esquema podem chegar em mais de R$ 450 milhões, sendo que uma grande parte desse valor foi desviada para o pagamento de propina e financiamento de campanhas eleitorais. Ao todo, são cumpridos sete mandados de busca e apreensão em órgãos públicos e endereços dos envolvidos. A PF cumpre mandado na casa de Jaques Wagner e em escritórios na capital baiana. O ex-ministro da Casa Civil dos governos do PT era cotado para substituir o ex-presidente Lula na eleição presidencial de 2018.

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