Gleisi Hoffmann terá um ano marcado por problemas incontornáveis



A presidente nacional do PT, senadora Gleisi Hoffmann, tem demonstrado sinais de desespero diante das ameças que a contemplam de um futuro bem próximo. A prisão do ex-presidente Lula deve esvaziar por completo sua influência no partido, onde já não é mais tolerada por muitos.

A possibilidade desistir da reeleição para o Senado e disputar uma vaga como deputada federal é um sinal claro de seu receio da derrota nas próximas eleições. Mas antes disso, o julgamento de seu processo no Supremo Tribunal Federal pode significar uma condenação pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. Na esteira destas sequência de tragédias, vem a perda do foro privilegiado, outros processos que seguem para a primeira instância e o risco de ser presa.

No STF, o ministro Edson Fachin, quer marcar ainda para este semestre o julgamento da senadora paranaense. O veredicto será dado pelos cinco ministros da Segunda Turma da Corte. Neste processo, Glesi foi delatada pelo doleiro Alberto Youssef e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Segundo os delatores, Paulo Bernardo, marido da senadora, pediu R$ 1 milhão a Paulo Roberto para abastecer a campanha da mulher ao Senado em 2010

Apontada com os codinomes Amante e Coxa no Departamento de Propinas da Odebrecht, Gleisi Hoffmann tem cometido uma gafe atrás da outra nos últimos dias. A falta de conexão com os fatos, o modo precipitado com que comemora equívocos embaraçosos pode ser um sinal do grau de desespero da senadora em relação aos problemas que terá que enfrentar nos próximos meses. Dentro do PT, a senadora já é considerada um peso morto. Sem futuro algum. 
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