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Fundador do PT confirma conspiração criminosa da esquerda contra reformas. Todos que votaram á favor da denúncia de Janot sabiam disso



O Brasil ficará eternamente marcado por uma das mais vergonhosas conspirações da história da República no caso do episódio em que setores do Judiciário, MPF e meios de comunicação apostaram num pacto com criminosos para derrubar um governo.

O acordo providenciado a toque de caixa pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, com o chefe de uma das maiores organizações criminosas do país violou a Lei de Delação Premiada. A LEI Nº 12.850 que rege o instituto da delação premiada é bastante clara sobre a obrigação do Ministério Público de oferecer denúncia criminal se o colaborador for o líder da organização criminosa. No lugar de denunciar o empresário Joesley Batista, Janot lhe prometeu imunidade eterna, em troca de operações forjadas em conluio com procuradores da República, para derrubar um governo.

O plano de Janot e de seus subordinados na PGR não teria a menor chance de prosperar sem a conivência dos Supremo Tribunal Federal (STF). Coube ao relator da Lava Jato na Corte, o ministro Edson Fachin, na ânsia de aprovar e homologar o acordo com chefe de organização criminosa confesso Joesley Batista, dono do Grpoo JBS.  Todos sabiam que estavam violando completamente um dos principais dispositivos da Lei de Delação Premiada.

Mas a conspiração colocada em prática em tempo recorde contou com a conivência de outros conspiradores e traidores da pátria nos meios de comunicação, na própria Polícia Federal, classe artística e da esquerda brasileira, todos saudosos do acesso fácil ao dinheiro do contribuinte nos tempos dos governos corruptos do PT.

Segundo juristas, todos sabiam que as denúncias de Janot foram forjadas de forma covarde no interior da PGR com um dos maiores criminosos do país. Embora boa parte da população tenha sido induzida a acreditar na denúncia através de uma transcrição falsa divulgada pela Globo, todos donos de meios de comunicação, políticos e membros do Judiciário que permitiram que a conspiração criminosa prosperasse sabiam do que se tratava.

Mas se engana quem imagina que o objetivo de setores do judiciário, dos políticos e dos meios de comunicação com a vergonhosa conspiração era simplesmente vingar a ex-presidente Dilma Rousseff. Embora a petista tenha tentado comprar estes setores com aumentos de salários vergonhosos, concessão de benefícios indecentes e nada condizentes com a realidade do Brasil, todos os participantes da conspiração pretendiam justamente assegurar a manutenção de seus altos salários e regalias indecentes pagas pelo contribuinte.

Temer estava determinado a acabar com a desigualdade na distribuição de riquezas oriunda dos impostos do trabalhador. Além de cortar repasses para segmentos da sociedade tradicionais forças auxiliares do PT, como meios de comunicação, artistas, movimentos sociais e sindicatos, o presidente dava início a uma cruzada contra penduricalhos, altos salários e discrepâncias absurdas na Previdência.

Temer pretendia adotar um regime único, com o mesmo teto de benefícios para servidores e trabalhadores da iniciativa privada. Regime único significa tratamento igual para todos, assim como prevê a Constituição e as regras mais básicas dos princípios democráticos. Lutar contra isso significa defender a desigualdade, significa defender que a existência de cidadãos de primeira e de segunda classe.

Era disso que se tratava a conspiração patrocinada pela elite de servidores que não queria abrir mão de mais de R$ 1 trilhão do dinheiro do contribuinte. Dinheiro levado aos cofres públicos por gente humilde. Dinheiro que deveria ser devolvido ao cidadão sob a forma de melhores serviços, impostos mais baixos. Tentaram derrubar o governo por dinheiro, não por ideologia. Tentaram derrubar o primeiro governo que se dispôs a defender os interesses do povo apenas para assegurar os interesses de uma elite que representa aquele 1% mais rico do país. Entre os insatisfeitos, donos de grandes fortunas, especuladores do mercado financeiro e banqueiros insatisfeitos com a queda da inflação de 14% ao ano para menos de 3%, além da derrubada nas taxas de juros, de 14% para os 6.75% atuais. Todos lucravam com os mecanismos mais covardes de transferência de riquezas dos pobres para os mais ricos: a inflação, juros altos, altos salários e privilégios indecentes. Essa gente continua atuando na imprensa e nas redes sociais criticando a reforma da Previdência e defendendo privilégios vergonhosos, como o auxílio-moradia. No conjunto, esses penduricalhos e reajustes para carreiras privilegiadas do setor público custam ao contribuinte mais de R$ 7,2 bilhões por ano. E quem paga pela vida boa dessa elite é o trabalhador, que sofre com os altos impostos que o governo quer baixar.

Se essa gente traiu os interesses do povo uma vez, não merece a confiança da sociedade. São todos cretinos, covardes e incapazes de um gesto de honestidade. Entre juristas, a opinião de que todos que foram favoráveis à conspiração criminosa de Janot e Joesley sabiam que se tratava de um ato criminoso contra a democracia e contra os interesses do povo. Deputados, jornalistas, artistas e donos de meios de comunicação possuem consultoria jurídia e todos foram informados que aquilo não tinha qualquer chance de prosperar, como não prosperou. Apesar de conhecedores de todo o enredo criminoso, arrastaram o país para o caos durante seis meses, apostando contra os interesses do povo e da nação, que saía à duras penas da pior recessão da história.

"A cretinice foi ainda maior, pois a imprensa, oposição e setores do Judiciário passaram a tratar instrumentos políticos como a aprovação de emendas parlamentares como crime, omitindo que o dinheiro liberado para emendas é destinado a reformas de estradas, pontes e creches nas bases eleitorais dos parlamentares. Tentaram passar a ideia de que Temer deveria ficar de braços cruzados, sem se defender, enquanto era atacado por todos os lados. Deram com os burros nágua", diz um advogado constitucionalista de São Paulo. "Temer soube resistir bravamente à mais vergonhosa tentativa de derrubar um governo na história da República, prevaleceu sobre todos os traidores da pátria e ainda recolocou a economia do país nos trilhos".

"Setores do Judiciário insistem em desestabilizar o governo e impedir de qualquer forma tanto a reforma da Previdência quanto o avanço nas investigações sobre os atos de bastidores dos conspiradores. Estão todos apavorados e tentam derrubar o diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segovia, tentam impedir que prospere um acordo do governo com o PTB para aprovar a reforma da Previdência impedindo a posse da deputada Cristiane Brasil no ministério do Trabalho e omitem os números positivos da economia" - observa um cientista político que presta consultoria para investidores estrangeiros - "Nem com toda esta campanha vergonhosa, conseguiram afastas os investimentos no país".

No auge da conspiração, o fundador do PT e ex-secretário geral do partido,  Francisco Weffort, 80, confirmou que houve uma "tentativa de golpe contra as reformas" do governo Temer. Weffort afirmou em entrevista que o fim do imposto sindical, debatido na reforma trabalhista, "acabaria com os 'sindicatos de carimbo' e com a 'pelegada'" e atribuiu o "golpe" a "segmentos políticos que se veem desfavorecidos por essas reformas".

Confirmando a informação de que todos sabiam se tratar de uma conspiração grotesca, Weffort afirmou que "o maior risco seria não realizar reforma nenhuma. Na minha opinião, o que houve foi uma tentativa de golpe contra as reformas. Uma tentativa que frustrou-se, mas que era dirigida contra as reformas, [com o objetivo de] paralisar o Congresso e o país". "Nada das informações apresentadas, até o momento, envolve o presidente. Ele simplesmente participou de uma conversa, mas não se comprometeu com nada.", disse o fundador do PT, reforçando que a manobra foi perpetrada "Por segmentos políticos que se veem desfavorecidos por essas reformas".

Após o fracasso da conspiração contra os interesses do povo, o que mais tem é traidor da pátria fazendo cara de paisagem, como os jornalistas da Globo, da Folha e dos blogs mantidos por especuladores do mercado financeiro. Continua indo na conversa dessa gente quem quer. São piores que mulher infiel que se casa com velhinho por dinheiro. São os mesmos que apostaram na conspiração de Janot e Joesley Batista. Um já está preso.


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