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Esquema do PT funcionou assim: deixa os juízes, procuradores e ministros do STF pegarem o dinheiro do povo e eles deixam a gente pegar também



Milhões de brasileiros ainda não conseguiram entender como o ex-presidente Lula conseguiu montar uma verdadeira organização criminosa no coração da administração do Brasil e desviar bilhões do dinheiro do contribuinte durante quase uma década e meia sem que as autoridades competentes fizessem nada.

Ao que tudo indica, o esquema pode ter funcionado da seguinte forma: deixaram os representantes do Judiciário, membros do Ministério Público, dos Tribunais de Conta e órgãos de controle fazerem o que bem entendiam com o dinheiro do contribuinte, de modo que estes também fechassem os olhos para os crimes cometidos pelos membros do PT nos cofres públicos.

Os ganhos, regalias e privilégios indecentes dispararam durante as administrações do PT, incluindo a garantia de renda eterna sem limites na previdência, acúmulo de penduricalhos inexplicáveis nos contra-cheques e outras barbaridades nada condizentes com a realidade da maior parte da população do Brasil. Tudo pago pelo contribuinte sem o seu consentimento ou conhecimento. É algo como pegar o dinheiro do povo, diretamente no bolso do povo, sem perguntar ao povo se pode. Foi este tipo de credencial que os governos do PT concederam aos representantes do Judiciário, em troca de possível conivência.

De acordo com o site Contas Abertas, os gasto com auxílio-moradia no Judiciário e Ministério Público ultrapassam a soma de R$ 5 bilhões desde 2014. O GLOBO fez um levantamento que revelou o o pagamento de diárias feitos a 18 juízes a serviço do STF. Entre os absurdos identificados, dois magistrados emprestados pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), que fica em Brasília, recebiam auxílios moradia e ajuda de custo com deslocamentos. O problema é que nenhum dos dois precisou se deslocar de sua cidade de origem para servir ao Supremo. Ainda assim, os dois aparecem no site do STF como beneficiários da ajuda de custo de R$ 27,5 mil  e R$ 28,9 mil. Os benefícios são  normalmente paga a magistrados que mudam de domicílio.

Nem todos concordavam com tanta desfaçatez, mas até certo ponto, nada podiam fazer. Logo que pode, o presidente Michel Temer ousou tentar combater estes privilégios e acabar com a desigualdade nos benefícios pagos a servidores na Previdência e logo se tornou alvo de uma conspiração para derrubar seu governo. Membros do MPF e STF se aliaram aos criminosos da JBS, Joesely Batista e Ricardo Saud, para forjar denúncias e tentar derrubar o governo. Setores do Judiciário de todo o Brasil passaram a obstruir iniciativas do governo, visando assegurar privilégios e impedir a aprovação das mudanças na Previdência de servidores. Entre 2002 e 2008, despesa com servidores federais saltou de R$ 75 bilhões para R$ 130 bilhões, o que representa aumento de 72%. Com Dilma, estes gastos saltaram para R$ 238 bilhões. Em alguns casos, os ganhos ultrapassaram  255%. Lula e Dilma admitiram 355% mais servidores que a gestão anterior e permitiram a entrada de 234.988 servidores públicos entre 2003 e junho de 2014 na folha de pagamento do serviço público, bancada pelo contribuinte brasileiro. Os governos do PT triplicaram gastos da União com funcionalismo

Apenas em 2016, Poder Judiciário teve despesa total de R$ 84,8 bilhões. Isto significa que cada brasileiro, incluindo os mais de 52 milhões que estão na linha da pobreza, pagou R$ 411,73 para custear despesas do Judiciário, como auxilio-moradia, auxílio-livro, escola para os filhos dos magistrados até os 24 anos, etc. Gente que receber mais de R$ 30 mil, em alguns casos, os contra-cheques chegam a ultrapassar R$ 100 mil, recebendo ainda benefícios e penduricalhos vergonhosos como quase R$ 5 mil de auxílio-moradia, mesmo tendo casa própria a poucos metros dos locais onde trabalham. Não é surpreendente que a organização criminosa comandada por Lula tenha roubado tanto, durante tantos anos, sem que nenhuma providência fosse tomada. 

Milhões de brasileiros se recusaram a receber benefícios dos governos do PT, como o Bolsa Família, que era oferecido por agentes públicos a qualquer família em troca de simpatia pelos governos petistas. Gente pobre recusou o benefício por uma questão de dignidade e percepção de que aquilo era dinheiro do povo.

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