Dilmistas do Judiciário preocupados com o que vem pela frente. A guerra mesquinha pelo dinheiro do povo está sendo perdida pelos poderosos




Após terem se aliado aos criminosos da JBS visando assegurar privilégios vergonhosos, absolutamente nada que venha do Judiciário contra o governo merce credibilidade imediata. Há um ano, setores da Polícia Federal, MPF, STF e juízes de todo o Brasil tentam provocar desgastes no governo e fazendo campanhas públicas e indecentes contra a reforma da Previdência e a manutenção de benefícios vergonhosos angariados durante as administrações petistas, sobretudo durante o governo Dilma.

Obviamente, não se trata de uma batalha ideológica de setores bolivarianos do Judiciário contra um governo reformador. No fundo, o que se tem visto no Brasil dos últimos meses é uma guerra suja declarada contra o primeiro governo que ousou combater a elite do serviço público e outros grupos amplamente favorecidos ao longo da última década por Lula e Dilma com o dinheiro do contribuinte.

Os vergonhosos penduricalhos, férias de 60 dias, auxílio moradia pagos a mais de 18 mil juízes em todo o país e a falta de um teto para os benefícios da Previdência são 'conquistas' que esta turma não está disposta a abrir mão em prol do cidadão contribuinte. Trata-se de uma guerra suja e mesquinha pelo dinheiro do povo, esta que é a verdade.

Por mais que o atual presidente tenha sido alvo de campanhas cruéis e tenha sofrido danos talvez irreversíveis em sua imagem de homem público, Temer é o único presidente em décadas a desafiar a elite do Judiciário e dos servidores federais, que representam 40% dos mais ricos do país.  Ao propor limitar vantagens e benefícios que não condizem com a realidade econômica de 99% dos cidadãos brasileiros, ao propor tratamento igual para servidores e trabalhadores da inciativa privada, Temer ataca uma das formas mais cruéis de distribuição inversa de riquezas, onde é o pobre que sustenta a elite de servidores do país.

O governo quer resgatar cerca de R$ 800 bilhões do dinheiro do povo que vai parar  nas mãos dessa gente e devolver à sociedade na forma de melhores serviços públicos e redução de impostos. Esta era a previsão inicial de economia apenas com a reforma da Previdência. Não há qualquer ser capaz de ignorar que a proposta de tratamento igual para todos os brasileiros no INSS não seja uma forma de acabar com a desigualdade e os privilégios desta elite. Regime único proposto pelo governo significa que as regras devem ser iguais para todos. Mas há muita gente poderosa que não quer isso e investe maciçamente na imprensa e nas redes sociais para denegrir e desqualificar a mais nobre iniciativa de um governante em décadas.

Além expulsar o PT do poder e combater privilégios da elite de servidores e de representantes do Judiciário, Temer já desferiu golpes ainda mais duros em gente igualmente poderosa e influente, como os controladores dos meios de comunicação, bancos, sindicatos, artistas, movimentos sociais e toda uma estrutura de poder montada pelo PT durante os últimos anos. Graças ao fim das fontes de financiamento com dinheiro público, a esquerda amargou a maior derrota da história nas eleições de 2016 e deve penar ainda mais agora em 2018.

Os ataques frequentes ao Diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia, partem justamente daqueles mesmo setores que choraram o banimento de Dilma e do PT do poder. São os mesmos setores que se associaram aos açougueiros criminosos da JBS para derrubar o governo.

Esta guerra mesquinha já teria acabado se Temer não fosse um homem determinado disposto a ir até o fim na defesa de suas convicções. O país estaria em paz se Temer tivesse cedido à chantagem destes setores pelo dinheiro do contribuinte. A situação política do país estaria equacionada se Temer tivesse preferido deixar para lá uma série de coisas erradas que ainda serão esclarecidas este ano, como a atuação de Rodrigo Janot e de procuradores da República na conspiração criminosa com Joesley Batista. Esta é uma batalha de um homem contra uma corporação poderosa.

O MPF não quer ter sua imagem como instituição afetada por algo tão vergonhoso e seus membros atuam de forma sistemática na imprensa e nas redes sociais para tentar desqualificar Temer, assim como Lula fazia com seus adversários. No STF, a situação também não é diferente. Todos os ministros foram cúmplices no descumprimento da Lei de delação premiada do acordo criminoso da JBS. O ministro Fachin teve ajuda de ninguém menos que Ricardo Saud para conseguir sua cadeira na Corte. O ministro Luis Roberto Barroso é fruto da amizade entre Dilma e Sérgio Cabral, que o indicou para o cargo de ministro. Não há qualquer dúvida de que há muita sujeirada a ser revelada ainda.  O STF está sendo duramente pressionado agora para manter o entendimento sobre a possibilidade de prisão em segunda instância. Embora o desejo de livrar Lula seja enorme, os membros da Corte estão receosos em agir de forma tão escancarada na blindagem do chefe da organização criminosa que, ao lado de Dilma, colocou sete ministros no Supremo.

Há um receio enorme que fatos chocantes ocorridos nos bastidores da PGR e no governo Dilma sejam expostos em breve. Todos sabem que Temer não escolheu o caminho do acordo, dos panos quentes, do deixa para lá. O presidente ainda está munido da disposição de limpar seu nome e desmascarar muita gente poderosa. A prova de sua disposição tem sido a batalha que comprou contra os poderosos do país. Se tivesse algum receio, não teria enfrentado os ministros do STF, procuradores e até mesmo setores da Polícia Federal. Teria  sido mais fácil para o presidente ceder à chantagem vergonhosa que ainda está em curso pela manutenção de privilégios. Para prosseguir batendo de frente com os poderosos, Temer deve ter muitos motivos para manter o enfrentamento. Apesar de seu jeito educado, Temer tem sido implacável em combater a estrutura de poder deixada pelo PT. Caso consiga acabar com os privilégios vergonhosos do serviço público e aprovar a reforma da Previdência, terá desferido o mais duro golpe na elite de privilegiados do país que recebe salários acima de R$ 30 mil. 
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