Cristiane Brasil dá uma dura em Cármen Lúcia e exige definição sobre sua posse no Ministério do Trabalho



A deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ) deu uma dura na presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, e exigiu que haja menos embromação na análise dos questionamentos jurídicos que têm sido feitos à sua nomeação para o Ministério do Trabalho. A presidente do STF está sentada sobre a ação fazendo cara de paisagem na expectativa que o caso seja solucionado sem que ela precise assumir se o Supremo vai ou não interferir nas atribuições do Executivo.

O governo já decidiu que não vai recuar na queda de braço e agora paga para o Supremo vai mesmo fazer o jogo de setores do Judiciário, da esquerda e de meios de comunicação que tentam desgastar o governo para conter a aprovação da reforma da Previdência e a pressão pelo fim dos privilégios vergonhosos do judiciário. O que o governo quer saber é se a presidente do STF vai mesmo insistir em atropelar uma prerrogativa constitucional do chefe do executivo e ampliar o conflito entre os poderes constituídos.

O STF já desceu ao nível dos criminosos do PT quando violou a Lei de delação premiada ao homologar o acordo com Joesley Batista. A Lei de delação veta benefícios a chefes de  organização criminosa, mas todos no STF fecharam os olhos para este pequeno detalhe. Desde então, em conluio com setores da esquerda e como meios de comunicação, setores do Judiciário protagonizam um vergonhoso protagonismo político que tem por objetivo desgastar o governo para impedir o corte de privilégios e inviabilizar a reforma da previdência.

Encorajada pela disposição do governo em não ceder a chantagens, como foi o cado da conspiração de setores do Judiciário com os criminosos da JBS, Cristiane Brasil afirmou em nota à imprensa que vai continuar se esforçando para provar que não cometeu "nenhuma ilicitude".

Há duas semanas, Cármen Lúcia acolheu, em regime de plantão do Judiciário, um pedido para que a posse de Cristiane Brasil não ocorresse, mesmo após autorização do Superior Tribunal de Justiça. A ministra deferiu parcialmente a liminar, suspendendo a investidura no cargo, até que novas informações sejam coletadas.

"Não devo mais nada à Justiça Trabalhista. Estou sendo julgada política [politicamente], e não juridicamente. Tenho a ficha limpa. Mas, infelizmente, o meu julgamento superou essa esfera. Preciso que o STF decida essa questão, para que eu possa seguir minha vida política", pediu a deputada.

Indicada pelo presidente Michel Temer há pouco mais de um mês para o cargo, Cristiane Brasil não tomou posse até hoje devido a uma série de decisões liminares, da primeira e segunda instâncias. O Judiciário foi provocado por uma ação popular de três advogados que questionam se Cristiane Brasil tem moral para assumir o ministério após ter sido condenada pela Justiça do Trabalho devido a impasses com um funcionário.

No dia 22 de janeiro, a presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, deferiu parcialmente a liminar e suspendeu temporariamente a posse da deputada Cristiane Brasil. Cármen Lúcia afirmou na ocasião que iria analisar a decisão do STJ (proferida no sábado e ainda não publicada) que autorizara a posse da deputada Cristiane Brasil como ministra do Trabalho. "Se for o caso, e com todas as informações, a liminar poderá ser reexaminada", informou a assessoria do STF



Com informações da Agência Brasil
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