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Começou a queima de arquivo no Rio e no Brasil. Corrida para evitar que criminosos caiam nas mãos das FA e deem com a língua nos dentes



O traficante Vítor Roberto da Silva Leite, conhecido como Da Mamãe, pode ser um dos primeiros alvos de uma onda de queima de arquivos que deve crescer nos dias que antecedem a troca de comando na Segurança Pública no Rio de Janeiro. O traficante foi eliminado na tarde deste domingo (18), numa troca de tiros com policiais militares do 9º Batalhão (Rocha Miranda) no morro Jorge Turco, em Coelho Neto, na Zona Norte do Rio.

Com base em dados de inteligência, as forças de segurança que devem integrar a intervenção federal no estado nos próximos dias já havia realizado uma operação no dia 07 de fevereiro para prender o traficante. A ação envolveu as Forças Armadas, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional e polícias Civil e Militar do Rio.

O responsável pela operação foi o coronel Roberto Itamar, porta-voz do Comando Militar do Leste (CML). Notícias de que o traficante da Da Mamãe teria sido informado sobre a operação circularam entre moradores da comunidade. O objetivo era prender Da Mamãe vivo.

a morte de um dos chefes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), Rogério Jeremias de Simone, também é apontada como uma possível queima de arquivo diante do anúncio de uma intervenção federal no Ceará. Nos próximos dias, há a expectativa de que vários integrantes do crime organizado serão eliminados. Gente que não pode ir parar nas mãos dos membros das Forças Armadas que vão assumir a Segurança Pública no Rio. O decreto assinado pelo Presidente Michel Temer representa grande ameaça ao crime organizado, já que tira a Segurança Pública das mãos de agentes corruptos no Rio de Janeiro. O receio das facções criminosas e elementos corruptos das forças policiais é o de que informações comprometedores sejam compartilhadas.

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