Auxílio-moradia é uma excrescência imoral e sórdida em um país pobre e miserável, onde os mesmos que exigem do governo providências impossíveis sugam o máximo que podem dos cofres públicos



Um país de merda se faz com filhos da puta. Esta é a fórmula secreta que tem ajudado o Brasil a mergulhar nos números vergonhosos do caos da violência, no ensino de péssima qualidade, na exploração criminosa dos geradores de emprego e no assalto ao contribuinte com os impostos mais altos do mundo.

Esta é a fórmula mágica da desigualdade, onde os responsáveis pela condução do país legislam em causa própria, elevando os rendimentos de seus subordinados cúmplices numa matemática perversa de indução da economia de boutiques, de restaurantes chiques e da indústria do luxo. Nesta matemática grotesca, o excesso do dinheiro do pagador de impostos que vai parar nos bolsos dos 'inconscientes' é gasto com futilidades e extravagâncias aviltantes que simbolizam os sete pecados capitais.

Os governos do PT foram os responsáveis pela mais vergonhosa transferência de renda inversa da história da humanidade ao conceder  aumentos, benefícios e privilégios indecentes a servidores do executivo, legislativo e judiciário. Ao longo da última década e meia, formou-se uma elite de oportunistas e cúmplices da distribuição perversa do dinheiro suado do contribuinte. Seres que se acreditam iluminados e revestidos da legitimidade de se apropriar de uma fatia cada vez maior de tudo aquilo que o país arrecada, como se aquele dinheiro lhes pertencesse.

Foi com o dinheiro suado do contribuinte que seres medíocres e incapazes de prosperar na iniciativa privada se projetaram entre a elite brasileira, adquiriram status de poderosos arrogantes, passaram a almejar cada vez mais os tradicionais símbolos de status e se lançaram ao consumo de bens de consumo de gosto duvidoso, acreditando que objetos fadados ao obsoletismo pudessem livrá-los de tanta mediocridade.

Desde 2014, o contribuinte brasileiro já pagou mais de R$ 5 bilhões em auxílio moradia para a elite do Judiciário, um seleto grupo de privilegiados que recebe os mais altos salários do país, na média de R$ 28 mil. São os mesmos que lutam agora contra a reforma da previdência apenas para assegurar privilégios indecentes para todo o sempre.

Enquanto o limite para as aposentadorias da iniciativa privada é de R$ 5.531, os aposentados de carreiras como o Ministério Público, Judiciário e Legislativo, recebem benefícios de até R$ 28,5 mil, o que os coloca entre os 0,4% mais ricos da população. Estas discrepâncias causaram um rombo de mais de R$ 1.3 trilhão nos cofres públicos ao longo da última década e meia em que o Brasil esteve nas mãos do PT de Lula e Dilma, que aparelharam o país não apenas com seus escolhidos para cargos comissionados, mas por meio do dinheiro do contribuinte, premiando de forma vergonhosa servidores que se tornaram simpáticos com tanta generosidade. Gente de capacidade técnica questionável, que além de possuir estabilidade no emprego, ainda passou a receber salários mais altos que seus pares em países de primeiro mundo.

Apenas em 2016, incluindo ativos e inativos, os 2,2 milhões de funcionários públicos federais (1% da população) custaram ao país R$ 257,8 bilhões (20,7% do Orçamento). É isso mesmo que você leu. 1% da população drenou mais de 20% de tudo que mais de 200 milhões de brasileiros produziram.

É essa mesma gente, que ainda acha pouco o que ganha mas não tem coragem de largar o serviço público e se lançar no competitivo mercado na iniciativa privada, onde o cidadão brasileiro tem que mostrar talento, senão não come, é esta mesma gente que cobra do governo providências sobre problemas como saúde, segurança e impostos altos.

O governo pretende igualar o limite dos benefícios das aposentadorias da iniciativa privada com os dos servidores públicos ao teto de R$ 5.531,00. Isto representaria uma economia de mais de R$ 50 bilhões ao ano do dinheiro do contribuinte. Com este dinheiro, o governo poderia devolver mais ao contribuinte na forma de melhores serviços de saúde, segurança, redução de impostos, etc.

Segundo um ministro do STF, “o Brasil se converteu nos últimos anos, inclusive ajudado pela agenda associativa sindical, numa república corporativa” “Está-se aplicando isso de maneira selvagem, sem nenhuma base jurídica, de maneira canhestra: Enquanto eu tiver dinheiro, abro a gaveta e saco, sem nenhuma regra”.

A ganância da elite de servidores pelo dinheiro do contribuinte é, parafraseando o procurador da República Deltan Dallagnol, "uma assassina sorrateira, invisível e de massa. É um serial killer que se disfarça de buraco de estradas, de falta de medicamentos, de crimes de rua e de pobreza”.

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