linkaki

Após sabotar reforma da Previdência, turma do quanto pior melhor tenta sabotar intervenção no Rio



A cretinice de grupos econômicos e políticos tem custado mais caro ao povo brasileiro que a corrupção. Por mais que a população queria, é praticamente impossível para muitos não cair nas armadilhas rasteiras armadas por aqueles que tem interesses obscuros, nefastos e contrários ao interesse público.

Como forma de corrigir distorções nas contas públicas e equilibrar a distribuição de riquezas no país. o governo, logo que assumiu em meio a pior recessão da história, passou a implementar políticas modernas na administração pública. Modernizar é modernizar e qualquer política pública que contemple tais metas passa pela correção de distorções na distribuição de riquezas e corte de privilégios e salários não condizentes com a realidade econômica do país.

O foco destas ações é político, independente da persona que esteja por trás das medidas. O problema é que a população ainda é muito sensível a figuras públicas e dá pouca importância a iniciativas políticas,  propriamente ditas.

Justamente em virtude destas peculiaridades, grupos econômicos resolveram atacar a figura do presidente visando manter seus privilégios e acesso ao dinheiro do contribuinte nos cofres públicos. Estes grupos são, notadamente, representantes de servidores federais, setores do Ministério Público Federal, Judiciário, meios de comunicação e representantes da famigerada esquerda brasileira.

Juntos, estes grupos tentaram derrubar o atual governo. Para atingir este objetivo, não se importaram em convocar o criminoso Joesley Batista, parceiro de todos eles, para engendrar uma trama criminosa envolvendo ações forjadas e outras iniciativas sórdidas. Embora a trama tenha sido vendida ao povo embalada num bonito papel de combate à corrupção, a própria conspiração foi toda baseada na corrupção de agentes públicos, meios de comunicação e setores descontentes com o fim do acesso fácil ao dinheiro do contribuinte, com o  fim da inflação e a redução dos juros.

Não havia absolutamente qualquer interesse ideológico por trás das tentativa de derrubar o governo. Foi apenas uma questão de dinheiro. O país vivia um esforço para sair da pior recessão de sua história, começava a apresentar os primeiros sinais de recuperação da economia, a gerar empregos, mas ninguém se importou com as consequências para a população, sobretudo os mais pobres. Tetaram incendiar o circo para resgatar o controle da máquina pública que haviam perdido, após décadas.

O custo desta empreitada maldita para o país pode ter superado o alto custo da corrupção, pois o Brasil perdeu praticamente um ano no atoleiro criado por grupos poderosos para impedir que o governo avançasse com a reforma da previdência, com o corte de privilégios e com a redução de salários indecentes.

Os canalhas, todos sabem bem quem são, estão agora tentando sabotar uma inciativa que visa restaurar a ordem pública no Rio de Janeiro. Um esforço heroico envolvendo as instituições de maior confiança dos Brasileiros, as Forças Armadas, para tentar ao menos aliviar os efeitos da crescente onda de violência, até então favorecida por agentes corruptos do Estado e o envolvimento com o crime organizado de setores das polícias Militar e Civil.

Novamente, estão tentando atrelar uma inciativa política à uma persona, fingindo ignorar a urgência e necessidade real da medida. Parte dstes canalhas estão no Judiciário, no MPF, na imprensa, nos blogs com comentários moderados, abertos apenas aos órfãos do lulopetismo, rancorosos com o atual governo que livrou o país da desgraça chamada PT. É gente corrupta, ávida pelo dinheiro do povo, defensores de privilégios e da desigualdade no sistema previdenciário. Estes mesmos canalhas que tentaram sabotar o país há quase um ano, agora temem que o atual governo ganhe fôlego perante a opinião pública, se fortaleça e abre caminho para a vitória nas próximas eleições.

A canalhice em tentar atribuir qualquer medida que seja vista com bons olhos pela população à inciativas de cunho eleitoreiro só é admitida por gente igualmente estúpida, uma vez que é dever do Estado zelar pelos interesses da população. Os que criticam a intervenção no Rio agora são os mesmos artistas, jornalistas e corruptos do PT, adoradores de Janot e Joesley, que sabotaram a reforma da previdência e o corte de privilégios vergonhosos do Judiciário. Os bilhões do dinheiro do contribuinte que insistem em não abrir mão representam somas muito superiores a tudo que já foi roubado no Brasil pelos corruptos. É por isso que eles querem seus corruptos de volta ao poder. E o povo, coitado, continua pagando altos impostos, recebendo serviços precários e comendo nas mãos da aristocracia corrupta brasileira que quer todos seu dinheiro só para si e suas castas de privilegiados.

Informe seu Email para receber notícias :