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Após mandar travesti para presídio feminino, Barroso vai mandar alguma lésbica para presídio masculino?


Mais cedo, o Imprensa Viva informou que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso, determinou que duas detentas, que se identificam como travestis, sejam transferidas para um estabelecimento prisional feminino. Ambas estão presas desde dezembro de 2016 na penitenciária de Presidente Prudente, no interior de São Paulo.

Barroso citou em sua decisão a "resolução do Conselho Nacional de Combate à Discriminação, que trata do acolhimento de pessoas LGBT em privação de liberdade no Brasil".

Maridos de mulheres presas nas unidades para onde serão transferidos os travestis devem manifestar alguma preocupação em breve. O risco de aparecimento de casos de gravidez não foi considerado pelo ministro Barroso.

Leitores levantaram uma questão pertinente. Se o nobre ministro, que defende a descriminalização da maconha e da cocaína, mandou travestis para presídios masculinos, o que fará quando lésbicas pleitearem o direito de ir para presídios masculinos?

Seguindo o princípio do tratamento igual para todos, aquele que opta por uma postura condizente com determinado sexo, deve ser tratado como seus supostos pares? Esta decisão pode causar alguma confusão na cabeça das pessoas. Ou seria o caso de criar um presídio para cada um dos elementos que compõem o arco-iris LGBT?

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